top of page
GUPET.jpg
Logo Site Projetar e Construir.jpg
LOGO FINANÇAS E CONTABILIDADE.jpg
LOGO SAÚDE EM FOCO.jpg
Logo_AgroNegócio_&_Veterinária_Miniatura
Logo Moda & Tecnologia Miniatura.png
Logo Educação Política miniatura.jpg
MÍDIA DA CASTERLEITE ATUALIZADA_edited.jpg
95090b_c4ed513d5c6c4c7ab4c88326c9ab528b~mv2.png
MIDIA JORNAL A FOLHA DO VALE DISK PRÁTIC
Guia Digital da Cidade_edited.jpg
Mandala%20do%20L%C3%ADrio_edited.jpg

Integração Ativa, no Guia Digital da Cidade:

Índia vai trocar copos plásticos por copos de barro

Os tradicionais kulhads são copos de barro artesanais 100% biodegradáveis que podem ser descartados logo após o uso.


O governo da Índia anunciou que vai substituir os copos de café em 7 mil estações de trens do país. No lugar dos copos descartáveis, vão ser usados kulhads, tradicionais copinhos de cerâmica. Além de ajudar a reduzir significativamente o volume de resíduos, colaborando ara que o país cumpra a meta de eliminar o plástico de uso único, a medida vai gerar emprego para 2 milhões de oleiros.

Antes da pandemia, e do consequente isolameto social, cerca de 23 milhões de pessoas viajavam nos trens da Índia todos os dias. Estes passageiros consumiam, em alguma das estações um copo de uma bebida típica, chamada chai, uma mistura de chá, leite e especiarias. Como a bebida era consumida em copos plásticos descartáveis, o volume de resíduos gerado diariamente era proporcionalmente grande.

A mudança para os kulhads é um retorno à hábitos tradicionais, quando estes copinhos artesanais eram comuns. Como os kulhads não são envernizados ou pintados, eles são totalmente biodegradáveis e se transformam em barro novamente, podendo até ser jogados no chão e quebrados após o uso.

Jaya Jaitly é uma ativista e especialista em trabalhos manuais que defende a reintrodução dos copinhos de barro desde os anos 90. Ela explica que sua produção vai dar emprego para oleiros, em um momento em que é fundamental garantir oportunidades para a população da Índia.

“Os copos de barro sempre foram embalagens de uso único na Índia. Uma tradição que a sociedade manteve viva por muito tempo e que garantia trabalho para milhões de pessoas”, explica a ativista.


Por: Natasha Olsen | Redação Ciclo Vivo





Comments


P.09 DA ED_edited.jpg
bottom of page