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Administração de Juína está Engessada desde o Inicio do Mandato do Atual Prefeito - (Recapitulação d

As licitações da administração podem estar “viciadas”

O lema do atual prefeito de Juína na campanha era “Juína em novas mãos”, com geração de empregos, fortalecimento da agricultura, menos exploração da população com “taxas de melhorias”, instalação de um campus da Unemat, construção e funcionamento adequado de um Hospital regional, uma administração voltada para todos, sem perseguição, sem desvios de recursos entre outras diversas promessas de campanha.

Mas antes de qualquer ação para melhorar a situação econômica do município, incrementando as promessas de campanha:

* O atual prefeito preferiu ignorar boa parte das pessoas que abraçaram a sua campanha e trouxe para a sua equipe pessoas que trabalharam contra a sua eleição.

* Divulgação publicitária da atual administração visa somente arrecadar e cobrar impostos sendo que nenhuma campanha educativa foi implantada no município.

* A propagação de geração de emprego na campanha, foi piada, pois nem os cargos a atual administração teve capacidade de preencher após seis (6) meses na condução da prefeitura.

* Nenhuma obra foi lançada ou iniciada, e, para fazer o dever de casa que é manter as estradas sem buracos, e pontes em condições adequadas é uma “mendicância” ou constante reclamação de corte de despesa para atender este ou aquele setor.

* O município nem teve carnaval visando reduzir despesas, a festa de emancipação do município foi um descaso, pois faltaram as ações da atual administração que demonstrassem aos munícipes o ânimo da atual administração.

* A demagogia do atual prefeito é gritante, pois reclama praticamente de todos os deputados que faltaram com o auxilio prometido para o município durante a campanha, mais, o prefeito esquece o que é parceria, pois cobra a contra partida dos apoios prometidos pelos parlamentares, mais o prefeito desrespeita aqueles que o “apoiaram”.

* O ponto positivo do atual prefeito, é a busca em abrir de fato as portas da prefeitura, tanto é que, para falar com o prefeito Hermes Bergamim, é desnecessário marcar horário ou local para conversar, pois o gabinete está sempre aberto para receber todos, mas na maioria das vezes é somente “papo”, assim o próprio prefeito afirma ao se referir a alguns deputados, mas ele faz o mesmo procedimento, pois promete e esquece de cumprir, ou seja, é somente “papo”.

O atual prefeito de Juína, Hermes Bergamim (PMDB), demonstrou estes dias que realmente a atual administração está perdida e engessada.

Pois, mesmo com a burocracia para a realização de uma licitação, somente após a concretização da mesma o prefeito vem dizer sobre a suspeita de superfaturamento.

Isso realmente é outra piada, pois quem solicita a compra de qualquer mercadoria para a secretaria é o secretário, mas quem procede à licitação é a comissão de licitação com acompanhamento de secretário de finanças e da assessoria jurídica, isso sem dizer que o prefeito assinou diversas vezes o prosseguimento do processo licitatório.

Portanto, isso abre o questionamento sobre como vem sendo realizado as tais licitações na atual administração, pois se até o atual prefeito desconhece o que assina, e desconfia dos responsáveis pela condução dos gastos públicos, como espera que os munícipes possam acreditar na atual administração, aliás, muito estranho, pois somente na hora de pagar apareceu a tal suspeita.

As licitações da administração podem estar todas “viciadas” servindo apenas para dar “ar de legalidade”, primeiro porque circulamos várias edições do Jornal Semanaol em Juína e região e nunca recebemos nenhuma solicitação para divulgar qualquer licitação ou dispensa de licitação, mesmo a lei determinando que se houver jornal na localidade os processos de licitações devem também ser ali publicados.

No primeiro momento devemos enaltecer a ação do prefeito, todavia a primeira ação do gestor público deveria ser a de instituir uma comissão de investigação interna na prefeitura, aliás, onde está a controladoria interna da administração, pois podemos ver a falta de um órgão interno de fiscalização, e com isso podemos de fato supor que tudo pode estar sendo feito “para atender interesses”. Ou será que agora o ministério público terá outra função dentro da administração em acompanhar cada processo licitatório, para garantir que todos estão sendo feitos dentro da legalidade!

E se por acaso tem o departamento de controladoria interna na prefeitura, a mesma é ineficiente e o próprio prefeito desconfia, e, isso é mais grave, pois como pode um prefeito nomear pessoas para cuidar dos recursos públicos, quando até o mesmo nem confia nas pessoas ou comissões responsáveis pela boa condução dos recursos públicos.

De qualquer maneira, o prefeito mostrou com isso que a atual administração está de fato engessada e agora ele apontou que está engessado dentro da própria administração, com péssima assessoria, e, com pessoas que estão apenas procurando ver os próprios interesses.

O prefeito esquece que o mesmo é o único responsável por cada funcionário nomeado, secretários, assessores, e comissões e sendo assim o gestor público responde por improbidade administrativa, pois a população escolheu o prefeito (através da eleição) menos os secretários, por isso a nomeação dos secretários, assessores e comissão de licitação é de total responsabilidade do gestor público. Da mesma maneira, a falta de uma controladoria competente na administração é de responsabilidade do atual prefeito, desta forma, se for comprovado o superfaturamento, reservado o atenuante de ser o prefeito que denunciou, mesmo assim deve ser responsabilizado com processo de improbidade administrativa.

Por: Maurilio Trindade Aun

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