• Leidiane Montfort

Polícia Civil incinera 1,1 tonelada de drogas na capital


O montante é referente a 1.878 procedimentos policiais.

Sob forte esquema de segurança, a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Judiciária Civil, realizou na manhã desta quarta-feira (03.08) a incineração de uma tonelada e 166 kg de drogas apreendidas nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Poconé, Nossa Senhora do Livramento e Araputanga.


De cocaína, foram incinerados 154 kg. De maconha, 998 kg, e de materiais usados no preparo de droga, como ácido bórico, éter e etc, cerca de 14 kg foram destruídos. O montante é referente à 1.878 procedimentos policiais.


O delegado titular da DRE, Juliano Silva de Carvalho, explica que os entorpecentes incinerados são resultantes do avanço no enfrentamento ao tráfico de drogas. “A incineração de hoje é fruto de trabalho comprometido que resultou em apreensões expressivas. Elas originaram de diversas operações da DRE, de outras delegacias da Polícia Civil e também da Polícia Militar na região metropolitana. A maioria do entorpecente foi apreendida no primeiro semestre de 2016”, afirma.


Incineração

O percurso até a incineração começa quando a Polícia Judiciária Civil envia a droga apreendida pelos órgãos de segurança pública para a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsável por emitir laudo constatando se tratar de entorpecente, e devolve a droga para a PJC.


De posse do laudo, a delegacia requisita ao Judiciário (com vistas ao Ministério Público) autorização para a queima. A partir da ordem judicial são realizados os trâmites junto a autoridades sanitárias, conforme preconiza a lei 11.343/06.


A incineração aconteceu em Cuiabá, na região do Distrito Industrial, e contou com a presença de autoridades do Judiciário, peritos da Politec, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do secretário adjunto de Segurança Pública, Cel Rhaygino Rodrigues Setúbal), dos diretores da Polícia Judiciária Civil, Maria Alice Barros Amorim (Atividades Especiais) e Miguel Rogério Gualda Sanches (metropolitano).


O esquema de segurança foi realizado por policiais civis da DRE e contou com apoio da Gerência de Operações Especiais (GOE), da PJC, e de batedores da Polícia Militar.

Por: Leidiane Montfort

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