• Maurilio Trindade Aun

Tramóias do PSDB podem resultar numa nova eleição em Brasnorte.


Tramóias do PSDB, sigla partidária do governador Pedro Taques, pode levar munícipes de Brasnorte às urnas em 2017.

Na realidade, a disputa interna do PSDB em Brasnorte é a verdadeira aplicação da “Lei Gerson”, pois o antigo diretório, ou pelo menos a maioria dos convencionais, estavam conseguindo levar a agremiação política para fazer parte da coligação composta por Eudes Tarciso (DEM), mas outros membros do grupo partidário do PSDB fizeram de tudo para coligarem com Mauro Rui (PSD), ao ponto de dissolver o diretório e impor os seus interesses em detrimento dos outros membros do grupo.


Visando a convenção foi convocada uma votação dos convencionais para ter uma ideia para que lado a sigla partidária coligaria e com a presença de 18 convencionais houve uma votação com 11 a favor da coligação com Eudes Tarciso e 7 a favor da coligação com Mauro Rui, fatos registrados em ata. Alguns afirmam que este fato irritou Ricardo Nogueira que “criou” casos para justificar a destituição do diretório e impor a vontade dos 7 convencionais que procuraram o diretório estadual do PSDB acusando que o partido estaria indo contrário ao posicionamento político dos mesmos, por ter uma maioria, mas com assinaturas falsas, com isso, apenas com assinatura do secretário estadual do PSDB, o diretório municipal foi destituído, sem mesmo comprovar as falsificações, mas do outro lado, dizem que foi ele que falsificou e criou a ilegalidade visando ser beneficiado, com isso foi formado uma provisória que colocou a sigla na coligação que elegeu Mauro Rui.


Ou seja, um grupo estava fazendo de tudo para que o PSDB fizesse parte da coligação de Eudes Tarciso, mas isso nem era interesse de todos da agremiação e, portanto, acharam o “jeitinho” “democrático” de mudar a direção partidária, obviamente, para isso, muitos interessados, que nem faziam parte da agremiação, auxiliaram para que mudasse o diretório municipal e pudessem colocar o PSDB na coligação de Mauro Rui, independente do anseio da maioria dos integrantes da coligação.

O interessante que a possível ilegalidade e atropelo dentro do PSDB deve comprometer todo o pleito eleitoral em Brasnorte, sem dizer que a convenção da coligação “O FUTURO EM SUAS MÃOS” realizou a convenção em uma data e somente depois de 5 dias o PSDB foi inserido em ata na composição, ou seja, uma “tramóia” realizada dentro do PSDB e depois possivelmente outra “tramóia” para colocar o PSDB na composição, visando unicamente ganhar a todo custo e para isso fizeram tudo que foi possível pelo visto.


Diante da situação integrantes do PSDB municipal se manifestaram, e uma destas pessoas foi Benta Maria Gomes, presidente do Conselho de Ética e Disciplina que preferiu “brigar” e se manifestar judicialmente contraria a situação criada no diretório municipal.


Obviamente as “tramóias” do PSDB de Brasnorte, contradiz com a social-democracia, e interferiu no resultado da eleição, pois a diferença dos votos entre os dois candidatos a prefeito Mauro Rui (4.065 votos) e Eudes Tarciso (3.979 votos) foram 86 votos.


Para se ter uma ideia, o vereador eleito do PSDB teve 390 votos, fora os outros vereadores da composição que ajudaram para o mesmo atingir o quociente eleitoral da coligação. Se houver de fato “democracia e lei” teria que ocorrer nova eleição em Brasnorte, pois a população foi induzida a votar em composição partidária possivelmente “viciadas de irregularidades” desde o inicio visando tirarem proveitos eleitorais, em detrimento dos direitos dos outros membros do PSDB, os quais foram calados e atropelados no direito de colocarem seus nomes numa eleição, pois nem teve uma deliberação partidária e democrática que envolvesse todos os interessados do grupo, sem dizer do “jeitinho brasileiro” para colocar o PSDB na composição de Mauro Rui.


O interessante foi que ao resolvermos fazer a matéria para esclarecer melhor os fatos para a população, procuramos ouvir o prefeito eleito Mauro Rui, e mesmo ligando e indo na casa do mesmo, demonstrou completo desinteresse em procurar retornar para colocar sua opinião sobre o fato, pois obviamente poderá ser atingido pela situação. Somente após insistirmos em procurar, “achamos” Mauro Rui em uma “boca livre” da ‘Melhor idade’, e alegando ter pouco tempo trocou algumas palavras, onde afirmou que isso nem daria em nada e até já tinha falado isso ao advogado, para ficar tranquilo, que era apenas conversas, afirmando que nem daria nada para o vereador eleito, Ricardo Nogueira e muito menos para a coligação que lhe elegeu, mas que as pessoas melhores para falar sobre o assunto era o pessoal do PSDB, comentou.


Claro que procuramos o vereador eleito citado, o qual também estava na “boca livre” citada, quando chegamos já tinha se retirado, mas procuramos o mesmo na casa e deixamos número de telefone dizendo que estávamos procurando para comentar sobre a matéria, mas nem procurou e o número de telefone que nos foi informado nem conseguimos encontrar o mesmo.


O prefeito atual Eudes Tarciso também foi procurado, mas nem estava no município para ouvirmos do mesmo a opinião sobre o assunto que poderá resultar em novas eleições em Brasnorte.


Todavia, a ação de mandado de Segurança objetivando a normalidade do diretório municipal do PSDB foi motivada ainda antes da eleição (processo: MS nº 0000026-53.2016.6.11.0056), no mês de agosto, portanto se a justiça tivesse agido de forma célere poderia ter “remediado” a situação antes do pleito eleitoral, da mesma forma que a demora do julgamento final do mandato de segurança mantém uma suspeição sobre o pleito eleitoral em Brasnorte, que possivelmente foi feito as arrumações no “jeitinho brasileiro”, para atender um grupo que mais teve poder ao ponto de dissolver o diretório, sem haver a disputa interna, ao completo atropelo da “Social-Democracia”, pelo menos os fatos vem demonstrando isso, tanto é que ação foi proposta para provar isso.


Ao comentarmos que estaríamos fazendo a matéria para esclarecimento da população, “alguém” disse que possivelmente “fulano” pagaria a matéria, ou seja, dando a entender que toda e qualquer matéria é motivada por pagamentos, mesmo sem nos conhecer. Obviamente nem tudo é dinheiro, acima disso devemos prezar pela moral e ética no trabalho de registrar os fatos. Certamente “este ou aquele” acabam por vezes tendo uma opinião da nossa parte mais respeitosa, mas isso devido a atenção e consideração que dispensa em nos atender e respeitar o nosso trabalho de informar a população, pois comercializamos espaço no jornal, mas não a nossa moral e opinião que sempre prezará as ações mais éticas e moralmente possível.


Por: Maurilio Trindade Aun

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