• Maurilio Trindade Aun

Municípios clamam pela pavimentação da BR 174 entre Castanheira e Colniza

A BR 174 está sendo recuperada e se encontra já em melhor estado, mas os municípios de Juruena, Cotriguaçu, Colniza e Aripuanã prometem mobilização se preciso for.

Na realidade os novos prefeitos (as) dos municípios de Juína, Castanheira, Juruena, Cotriguaçu, Colniza e Aripuanã estão todos engajados (as) no movimento de cobranças da pavimentação da BR 174 entre Castanheira e Colniza. Obviamente todos os municípios da região serão beneficiados na melhora da infraestrutura no trajeto, melhorando o transporte de mercadorias e serviços entre os municípios, bem como, até no atendimento de saúde e outras demandas que surgem na articulação dos municípios envolvendo esporte, educação e outras atividades de interação entre a população da região.


Tendo a BR 174 como uma das principais necessidades dos municípios da região como um entrave em seus desenvolvimentos, os gestores no primeiro momento vão procurar se articular e cobrar conjuntamente a bancada de deputados estaduais, deputados federais e senadores. Mas poderão num segundo momento de acordo com informações, se persistir a situação farão um movimento maior envolvendo empresários, proprietários e segmentos de lideranças da região visando de vez sensibilizar o atual governo do estado para que a situação dos trabalhos de pavimentação da BR 174 se inicie ainda neste ano.


Aliás, ainda no final do mês de janeiro o assunto foi pauta de encontro do prefeito de Juína, Altir Peruzzo (PT) junto ao deputado Federal Ságuas Moraes, sendo que de acordo com os mesmos a bancada de federal indicou emendas de 150 milhões ainda em 2015, ou seja, estes recursos devem estar em conta para as obras, mas que os trabalhos nem tiveram inicio porque o governo do estado nem conseguiu ainda as liberações das licenças ambientais.



Das conversas entre o prefeito de Juína e o deputado federal, o assunto será tema levado pelo deputado aos demais deputados federais e senadores do estado em Brasília visando o apoio na liberação das licenças, bem como do efetivo aceleramento para a pavimentação da BR 174 entre Castanheira e Colniza.


Visando ainda a pavimentação da BR 174, o prefeito de Juína, Altir Peruzzo (PT) e o prefeito de Colniza, Esvandir Antônio Mendes (Vando) juntamente com vereadores de Colniza estiveram no final do mês de janeiro também em audiência com o deputado federal Ezequiel Fonseca (PP) na AMM (Associação Mato Grossense dos Municípios) visando o empenho do deputado junto ao governo do estado e ao governo federal para o efetivo inicio dos trabalhos para a pavimentação da BR.


Os prefeitos na reunião e o deputado federal lembraram que existe um convênio assinado entre o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte) e o Estado de Mato Grosso ainda em 2014; e que em 2015 foram liberados 150 milhões de reais através de emenda coletiva da bancada federal de Mato Grosso, no entanto, o assunto foi o fato do Governo do Estado ainda não ter conseguido concluir as licenças ambientais necessárias para o inicio das obras.


Todavia a preocupação dos prefeitos e vereadores da região é o fato de que o estado está acabando com os recursos das emendas liberadas ainda em 2015 no valor de R$ 150 milhões dos deputados federais e senadores que naquela data de 2014 e 2015 destinaram emendas conjuntas para a pavimentação da BR 174. Mas a demora do Estado na liberação do inicio das obras, devido à falta em conseguir a liberação das licenças ambientais tem gerado o uso de parte dos recursos para manutenção e com isso possivelmente mais de 70 milhões de reais para a manutenção da mesma rodovia já foi “desperdiçado”.


Por outro lado, consultando os sites de transparência do governo federal, observamos que existe um projeto em andamento com término em junho deste ano, sendo que de acordo com os registros ali apontados dizem que o objeto do convênio foi: “Elaboração dos projetos executivos de engenharia, estudo ambientais e laudos para desapropriação, e execução das obras de implantação e pavimentação da rodovia federal BR 174/MT; no trecho Castanheira-Juruena-Colniza”, sendo que do total do convênio de R$ 684 milhões, 796 mil e 850 reais, foi liberado somente R$ 15 milhões e 233 mil reais em 30 de setembro de 2014, portanto, o convênio foi assinado em 2013, mas somente uma pequena parcela foi liberada praticamente no final do governo Silval Barbosa, faltando 3 meses para findar a gestão de Silval Barbosa, e, portanto praticamente todo o montante do convênio e dos trabalhos ficou a cargo do atual governador e de acordo com o convênio assinado entre o DNIT e o estado o mesmo vence agora em Junho deste ano de 2017. Mas a pergunta seria o que o atual governador e sua equipe de administração de fato realizaram para cumprir o convênio, pois praticamente todos os recursos poderiam ou ficaram a cargo de serem executados na atual gestão estadual.


Ainda consultando o site do DNIT sobre obras do PAC (Programa de Aceleramento do Crescimento) a BR 174 estaria em execução, com um investimento previsto de 962 milhões e 903 mil reais, com data de referência em 30 de junho de 2016, portanto, muitas coisas nem está bem explicado sobre a BR 174, pois ao analisarmos o primeiro convênio assinado em 2013, o mesmo somente teve uma pequena liberação que nem perfaz 3% do convênio e isso foi feito a liberação no dia 30 de setembro de 2014, faltando apenas 3 meses de administração do ex-governador Silval, portanto praticamente toda a execução do convênio ficou a cargo da gestão do atual governo do estado, pois o mesmo iniciou administrar o estado em 2015 e por outro lado ao consultar site: http://www.pac.gov.br/infraestrutura-logistica/rodovias/mt; a referida BR 174 estaria em execução, precisaria ser esclarecido que tipo de execução se refere, e se na mesma estaria incluso o convênio assinado em 2013, mais somente feita a primeira liberação de recursos no final do mês de setembro de 2014 e ainda num valor que nem perfaz 3% do montante do convênio, ou seja, aparentemente nem o convênio está ou foi executado pelo atual governo do estado e o mesmo teria menos de 5 meses para findar o referido convênio e aparentemente somente a manutenção nestes dias se iniciou.



Por: Maurilio Trindade Aun

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