• Elizangela Trindade / Jornal A Folha do Vale

Reverência e Libertação: Ao nos ‘curarmos’ eliminamos os ‘Males do mundo’. PARTE I

Culturas. Padrões. Estilos de vida. Escolhas. Todas inseridas em um contexto, e em nosso dia a dia é habitual vermos ‘condenações’ e também condenarmos ações e atitudes alheias.

Numa falta de entendimento profundo de nossa essência, de nossa existência, perpetuamos e alimentamos o ‘mal’... o ‘sofrimento’, a ‘dor’ e a ‘escuridão’ que desejamos ‘eliminar’ no ‘mundo’. Reconhecemos a Luz, pois temos consciência da escuridão. Reconhecemos a escuridão pois temos consciência da luz. Na escuridão, podemos, se nos permitirmos ‘contemplarmos e nos inspirarmos com as estrela’, e quando somos luz, ‘disseminamos’ naturalmente’ a escuridão. Ao deixarmos de reverenciar e reconhecer a divindade que existe em cada pessoa... em crianças, jovens, adultos (mulheres e homens)... em cada ser vivo (plantas e animais) e em cada elemento que compõem a matéria visível perpetuamos o sofrimento Pessoal e Humanitário. Quem somos nós frente a situação que nos desagrada?... ou melhor... que parte de nós se manifesta? Como exatamente, nossas escolhas e atitudes refletem aquilo que está ‘errado’ no mundo? Todos nós em alguma fase da vida, se nos permitimos uma reflexão/análise profunda identificamos padrões e correlação com os resultados que ‘vemos, ouvimos/sentimos’ no mundo. E os padrões estão diretamente inter-relacionados às nossas escolhas e/ou omissões diante um ou mais aspectos das ‘áreas da vida’: Pessoal, Física, Emocional, Espiritual, Material, Social e Profissional. Tudo aquilo que mais nos choca é o que mais precisamos ‘trabalhar’... pois reflete lições e aprendizados que deixamos de ‘assimilar’, e as coisas tornam-se verdadeiro ‘problemas’, na mesma visão e de quem tenta resolver equações sem o mínimo entendimento de operações matemáticas... E isto faz com que digamos/pensemos que ‘nós’, ‘as coisas’ e/ou ‘os outros’ estão ‘fora do lugar. Se decidirmos nos melhorar, a trabalhar, crenças, sentimentos e atitudes pessoais as situações ao derredor tendem a ‘se ajustar’ conforme nossa conduta pessoal, e haverá mais tolerância, mais ‘luz’ e compaixão (na família, na comunidade, na sociedade e no mundo).

Toda e qualquer situação, por mais desafiadora que seja, traz consigo um importante e valioso aprendizado! E ninguém, nunca, jamais, neste e em qualquer outro ‘tempo’ poderá ‘reivindicar/ tirar o brilho ou a compreensão profunda que desenvolvemos diante os mais diversos ‘desafios’ pessoais / humanitários que ‘se apresentam à nós’... E muitas coisas no mundo ainda chocam!. E isto evidência ainda mais nossa necessidade pessoal de desenvolvermos uma compreensão profunda de tudo. Ainda mais quando envolve questões de ‘violências’ e desigualdades de toda natureza.. Com uma reflexão pessoal e profunda, podemos identificar ‘estados de consciência’, que em menor e maior grau alimentam mazelas pelo mundo afora:

A VERGONHA, CULPA, AUTOCRÍTICA, MEDO (de opiniões, condenações, dos ‘resultados/consequências, de situações consideradas ‘ruins’...), SENTIMENTO DE DESMERECIMENTO, RECUSA DA PRÓPRIA EXISTÊNCIA (Condenando ‘aos ancestrais’ e as situações, que por mais difíceis que foram, possibilitaram nossa existência), COMODISMO, SENTIMENTO DE POSSE e a CRENÇA DE SUPERIORIDADE (em relação a todas as demais manifestações de vida/consciência).. Cada um destes estados possuem diversas manifestações... e o resultado ‘disto’ é que perpetua a ‘maldade’ e o ‘sofrimento’ (pessoal e humanitário).


Artigo Publicado nas P.12 e 13 da Ed.093 do Jornal A Folha do Vale

PARTE I, PARTE II, PARTE III

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