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  • Marcia Sousa

Prefeitura de BH distribui kits de joaninhas para controle biológico


Ter joaninhas povoando sua horta orgânica pode te livrar de outros bichinhos indesejáveis (mais comumente chamados de pragas) e, consequentemente, da necessidade de aplicar agrotóxicos. E isso não se trata de sorte como afirma a crendice popular, mas sim de controle biológico. Em Belo Horizonte, Minas Gerais, a prefeitura adotou a medida em áreas públicas verdes e, desde julho, passou também a distribuir gratuitamente as larvas dos insetos aos moradores da capital.


Desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o projeto já entregou mais de 1,6 mil kits de joaninhas, com dez larvas cada. Tais insetos provêm da “Biofábrica de Joaninhas e Crisopídeos” instalada no Parque Municipal das Mangabeiras. Há um ano, o espaço produz os insetos em laboratório com dieta e temperatura controladas.


No kit, são distribuídos larvas de joaninhas e sementes de plantas atrativas a elas. Mas porque larvas e não o inseto adulto? A explicação é simples: as larvas se alimentam mais e vão ajudar muito mais no combate natural de organismos indesejáveis. Cochonilhas, pulgões e até ácaros não têm vez com as sedentas joaninhas.


Como receber o kit

Além de ser residente da capital mineira, a pessoa que tiver interesse em receber a doação de joaninhas deverá preencher um formulário compartilhando algumas informações, tais como: tamanho da área a ser tratada (em metros quadrados); tipo de área a ser tratada (horta, pomar, jardim, jardineira, bosque, arvoredo, quintal); nomes populares das plantas atacadas; nomes populares das “pragas” encontradas.


Inspiração

Comandado pelo especialista em entomologia Dany Sílvio do Amaral, o projeto é inspirado em uma iniciativa semelhante adotada pela Prefeitura de Paris em 2017: Larvas de joaninhas serão distribuídas a jardineiros de Paris.


No vídeo abaixo, de 2018, Dany Sílvio explica a importância das joaninhas para os centros urbanos:


No Brasil, desde 2015, a joaninha já é reconhecida como importante predador natural, sendo aprovado como produto fitossanitário na Agricultura Orgânica por instrução normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).


Fonte: Marcia Sousa | CicloVivo

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