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Integração Ativa, no Guia Digital da Cidade:

As consequências espirituais do ciúme


Quem já não sentiu ciúmes de alguém ou de algo? Muitas vezes, vemos esse sentimento como algo natural e até mesmo como um "tempero" adicional em um relacionamento. Entretanto, nem sempre o ciúme é tão inofensivo quanto parece, suas consequências não são tão simples e podem, inclusive, aproximar de nós energias negativas e espíritos ainda ignorantes, presos a esse tipo de sentimento e que acabam nos afastando de nossa felicidade.



O que podemos fazer, então, para lidar com o ciúme e não deixar que esse sentimento domine nossos relacionamentos? Primeiro, é importante ressaltar a imensa diferença que existe entre zelar, cuidar e dar atenção às pessoas que amamos ou nutrir por elas o sentimento de posse, controle e dependência. Segundo especialistas, quem sente ciúmes tem, por norma, pensamentos e sentimentos negativos em relação à ameaça de perda. Apenas por um momento, o desânimo ou mesmo o desespero podem se apoderar de nós e minar nossos relacionamentos, já que o ciúme representa também, muitas vezes, insegurança consigo mesmo e falta de confiança no outro. ​


Quantas vezes uma simples suposição, se tornou a razão de uma discussão exorbitante? O ciúme, assim, quando sentimento destruidor, nos faz perder o equilíbrio íntimo e desencadeia uma série de atitudes que prejudicarão a nós mesmos e aos que estão ao nosso redor.


Não devemos imaginar que pessoas se tornem propriedades nossas só porque assumiram vínculos conosco. As pessoas não são coisas que podemos ao menos temporariamente possuir. Sobre o sentimento de posse, que não deve ser cultivado nos relacionamentos, esclarece o presidente-pregador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo¹, José de Paiva Netto, em seu livro Reflexões da Alma, p.153:


"Quando você compreende o sentido da renúncia, aprende a amar. É nesse momento que a felicidade genuinamente se apodera do seu coração. Lição de Bhagavad-Gita: ‘Conhece a Paz quem esqueceu o desejo’". Essa é a postura que se aplica, perfeitamente, às nossas relações, nos ensinando a viver com mais equilíbrio interior.



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