• Tereza Kawall

Reflexão sobre o Arquétipo Materno e Paterno na sociedade


Antes de tudo, temos por ancestrais uma consciência infinita, que através do tempo, através dos lugares, através de pessoas e centenas de gerações, possibilitou nossa existência neste tempo, neste momento presente.


Mais num contexto em que milhões veem-se sós no mundo, mesmo aqueles que possuem linhagem sanguínea, é interessante relembrarmos mais sobre o Arquétipo Materno e o Arquétipo Paterno e como estes se desenrolam na sociedade.


A mãe: Todos, em absoluto que vivem neste plano possuem uma mãe: Uma mulher, que sob diversas situações gerou nosso corpo físico e possibilitou nosso nascimento.

Mãe também é representada pela sagrada terra, pelo alimento, e por todos os seres femininos que existem sobre o plano terrestre.

O Arquétipo maternal também é representado pela escola, pela universidade, pela Igreja. É representado por todas as mulheres, das quais dependemos ou absorvemos conhecimento.


Todos também possuímos pai. O pai é antes de tudo o pai, uma imagem abrangente de Deus, um principio dinâmico. No correr da vida, também esta imagem autoritária vai retrocedendo ao plano de fundo: o pai se transforma numa personalidade limitada e demasiado humana.


Por outro lado, a imagem do pai vai ocupando todas as dimensões possíveis. Assim como foi lento em descobrir a natureza, o homem também só descobriu aos poucos o Estado, a lei, o dever, a responsabilidade e o espírito.


Na medida em que a consciência em evolução se torna capaz de compreender, a importância da personalidade parental definha. Mas no lugar do pai surgiu a sociedade dos homens e no lugar da mãe veio a família.


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