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Coronavírus pode sobreviver até 3 horas no ar e 3 dias em maçanetas

O pânico, o desespero pode nestes momentos de "criação de crise", levar a situações de aberrações, mesmo porque a fome, acidentes de trânsito, assassinatos cometido pelo estado e guerras tem matado muito mais pessoas no mundo afora, mas, como agora este tipo de contaminação nem distingue ricos de pobres, a situação é de desespero em muitos, que na realidade, está de certo modo criando o pânico geral, e ate possibilitando ao estado, países a regulamentarem regras estranhas, para supostamente conter a expansão do vírus.

De qualquer maneira, as pessoas devem prestar atenção e tomar os cuidados necessários, mas obviamente, sem entrar em pânico, como em algumas cidades que as pessoas estão entrando em paranoia.


Um estudo feito por pesquisadores do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, mostrou que o novo coronavírus (causador da Covid-19) pode sobreviver por até três horas no ar e por quatro horas em materiais feitos de cobre. Sobre plástico e metal inoxidável (como maçanetas), ele sobrevive de dois a três dias. As informações podem dar pistas sobre como o vírus se espalha com rapidez.


Divulgada na última quarta-feira (11/03), a pesquisa analisou o tempo de vida do novo coronavírus fora do corpo humano. O coronavírus também pode sobreviver por até 24 horas em materiais como o papelão.


O número de pessoas infectadas com o novo coronavírus no restante do mundo ultrapassou, na última segunda-feira (16/03), os casos registrados de Covid-19 na China. As mortes registradas fora do país asiático também excedem as contabilizadas pelo governo local.


Mais de 87.000 pessoas foram diagnosticadas com a doença fora do país asiático onde a pandemia começou, segundo a Universidade Johns Hopkins, que mantém uma contagem em tempo real dos novos pacientes. Já na China, o número de casos chegou a 80.860, até o último dia 16.


Ao todo, 3.241 pessoas morreram após contrair a Covid-19 em todo mundo, enquanto as autoridades chinesas afirmam que 3.208 pacientes faleceram no país.


Por: Maurilio Trindade Aun com parte do conteúdo do observatorio3setor.org.br


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