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  • Por: Maurilio Trindade Aun/Jornal a Folha do Vale

Possível Crime Eleitoral em Brasnorte em Pesquisa Fraudulenta

Uma pesquisa por telefone nem alcança realmente os percentuais que a lei determina como deve ser uma pesquisa que contemple uma real amostragem que possa realmente mostrar uma realidade de qualquer município com relação às intenções de votos.

Por outro lado, para demonstrar a seriedade da pesquisa, a empresa precisaria apresentar os questionários preenchidos por região, mas no caso como foi feito por telefone, precisaria constar a gravação das ligações para ser a prova de que realmente a pesquisa foi feita de fato, aos invés das pessoas simplesmente preencher algumas fichas de alguns números de telefones previamente selecionados e assim produzir uma pesquisa supostamente legal.



Ninguém é obrigado a responder qualquer pesquisa eleitoral, mas se responde, também deve assumir como verdadeiro ou falsos os dados lançados em seu nome com o telefone, por isso, uma pesquisa verdadeira precisa apresentar os formulários preenchidos, com os respectivos telefones e inclusive os áudios das ligações, caso contrário pode sim constituir numa fraude, pois como pode ser auditada a validade das pesquisas por telefone, se nem tem a principal prova que seria a gravação das ligações e conversas com os eleitores.


No site do TSE onde consta as pesquisas registradas, os únicos documentos que consta ali são o formulário com as supostas perguntas feitas aos moradores, bem como, os bairros e localidades do município que supostamente foi ligado e ouvida 260 moradores em Brasnorte, ou seja, num universo de mais de 11.000 (onze mil) eleitores, supostamente 260 foram ouvidos, nem o resultado da pesquisa consta lançados ali, ou seja, faltam muitas informações registrado no site do TSE.



Por outro lado, numa amostragem tão pequena assim, colocaram um possível margem de erro de 2,83%, quando na verdade deveria ser mais que o dobro de margem de erro, logo, se a pesquisa foi de fato realizada, o que deveria apresentar os formulários preenchidos e os áudios das respectivas ligações, mesmo assim, a pesquisa está errada devido a margem de erro estar bem abaixo do que deveria.


Por outro lado, o referido estatístico Augusto da Silva Rocha que assina a pesquisa dando, “ar de legalidade”, em 2018, assinou 191 pesquisas, sendo que diversas destas foram suspensas por irregularidades, como podem conferir aqui na reportagem da Revista Época, inclusive trazemos a decisão do TRE (Tribunal Regional do Amazonas) que suspendeu uma pesquisa em 2018 também realizado pela mesma empresa que realizou a pesquisa em Brasnorte, possivelmente com o mesmo estatístico, ou seja, é comum “o profissional” assinar algumas pesquisas duvidosas, como a própria matéria da Revista Época aponta.





Entretanto, uma pesquisa bem feita e com visitas reais em cada domicilio com pessoas responsáveis e com transparência, varia acima de R$ 12.000,00 (doze mil reais), claro que no caso acima foi feita por telefone, logo valores menores, mas nem poderia ser considerada uma pesquisa séria, pois jamais contempla um real espaço amostral que contempla todos os eleitores do município, pior ainda, quando nem apresenta gravações das ligações que poderia demonstrar a seriedade da pesquisa, e para piorar, com uma amostra pequena e margem de erro fora do calculo real que deveria apresentar.



Quanto ao resultado da suposta pesquisa, nem tem como divulgar, pois nem consta no site do TSE, e a maioria dos conteúdos colocados ali para justificar a pesquisa é em sua maioria um CTRL "C" e CTRL "v", quase um modelo padrão com poucas informações acrescentadas pertinentes a localidade.



Por: Maurilio Trindade Aun

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