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Integração Ativa, no Guia Digital da Cidade:

Administração municipal de Itanhangá decretará estado de calamidade pública na próxima semana



Imagem de arquivo

O município de Itanhangá vem enfrentando uma situação atípica neste ano com relação à quantidade de precipitação pluvial na localidade, todavia, essa nem é uma situação somente de Itanhangá, mas sim, de diversos municípios no estado de Mato Grosso.



De acordo com os dados levantados no município de Itanhangá e região, as chuvas têm sido constantes desde o dia 19 de fevereiro ate neste início do mês de março, situação que trouxe um alto número de pontes, bueiros e estradas com problemas de trânsito, afirma moradores.


Moradores da localidade salientaram que a APROSOJA encaminhou um documento ao município apontado os dados das precipitações pluviais que o município enfrentou nestes últimos 20 dias, as perdas que os empresários do agronegócio estão enfrentando diante da situação das chuvas, das estradas, bueiros e pontes, solicitando uma atitude para atender as demandas, inclusive com diversos empresários do segmento solicitando providencia do município diante da situação, comenta alguns moradores.


O prefeito de Itanhangá, Edu Pascoski (PL) afirmou que:


Imagem de arquivo própria da redação

Olha, a situação do município nem é uma das melhores, pois, as chuvas têm trazido uma situação preocupante, e fora do controle da nossa administração, pois, temos mais de 5 pontes que precisam ser refeitas, para isso, precisamos um processo de contratação de empresas, pois, são pontes acima de 15 a 20 metros, tendo uma inclusive com mais de 40 metros e a nossa secretaria de obras nem tem estrutura para atender, por isso, precisamos contratar empresas. Temos mais de 10 bueiros para serem refeitos, bueiros que foram levados com as chuvas, temos hoje diversas estradas com problemas de trânsito, a situação é preocupante, pois, o município está tendo às perdas devido a necessidade em refazer pontes, bueiros, estradas e para piorar, os produtores estão perdendo parte da produção em suas propriedades, o que indiretamente são perdas de todos”, informou Edu Pascoski.


Com essas chuvas que fogem ao nosso controle, além das perdas de pontes, bueiros, produção, temos ainda, outra situação mais preocupante, pois, moradores que usam estes trajetos podem ser prejudicados em um possível atendimento de moradores com alguma necessidade de saúde, por isso, diante das possíveis perdas humanas, diante das perdas materiais, o município precisa atuar com mais engajamento, e neste primeiro momento, entendemos que precisamos garantir a nossa defesa enquanto administração pública, deixando claro que nem fizemos devido à situação atípica das chuvas, mas para isso, precisamos decretar o estado de calamidade pública e documentar essa situação, gerando uma segurança para a administração municipal e aos produtores que por ventura tenha perdas devido à quantidade de precipitação fluvial em Itanhangá”, afirmou Edu Pascoski.


O vice-prefeito, Emerson Sabatine (PSB) destacou que:


Imagem de arquivo registrado pelo jornal

O município tem a sua base de arrecadação na produção, nos serviços que são realizados, e nestas horas de dificuldades dos produtores diante da situação das estradas e das perdas devido à quantidade de chuvas, situação que foge do controle do município que nem consegue atender a demanda durante essas chuvas meio constantes, por isso, o município precisa atender aos empresários do setor de alguma maneira, pois, as perdas deste segmento também são perdas do município, logo a nossa administração está empenhada em documentar e fazer todos os levantamentos, pois, também entendemos junto com o prefeito Edu que a população de alguns lugares estão tendo dificuldades em se locomover diante de um problema de saúde, que pode resultar em perdas humanas, tendo evidente as perdas materiais dos produtores de algumas regiões no município, por isso, entendemos que cabe um decreto de calamidade pública diante da situação”, comentou Emerson Sabatine.


Para finalizar, o prefeito Edu Pascoski garante que


Os levantamentos foram feitos e documentados e que nesta próxima semana a situação de calamidade pública será decretada no município, todavia, nem será somente o município de Itanhangá que decretará, mas sim, diversos municípios da região que estão praticamente na mesma situação de Itanhangá, as perdas que os produtores já tiveram nem tem como o município repor, todavia, se as chuvas diminuírem a situação das estradas, pontes e bueiros em poucos dias poderão ser solucionado, apesar que a nossa administração nunca parou ou suspendeu os trabalhos, mas que diante da situação arrumamos um bueiro e cai outros, arrumamos uma ponte e outras apresentam problemas, por isso, a situação foge do nosso controle quando as chuvas são intensas na localidade”, finalizou.


Evidentemente, qualquer município, possuindo os embasamentos legais podem decretar estado de calamidade pública após aprovado pelo poder legislativo municipal, e essa situação independe do reconhecimento do estado ou da união, todavia, se o município após decretar o estado de calamidade pública quiser o apoio do estado financeiramente, precisa enviar ao estado, o qual somente reconhecerá após aprovado pela assembleia legislativa, obviamente, na maioria das vezes o estado nem reconhece esse estado, pois, ao reconhecer o estado de calamidade pública, implica na ajuda financeira. Situação idêntica se aplica se o município almeja apoio da união.


Por: Maurilio Trindade Aun


Saúde em Foco


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