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Biofilia no setor imobiliário vai além da beleza: é o caminho para uma qualidade de vida de alto padrão

O aconchego de um determinado espaço, seja ele profissional ou pessoal, está cada vez mais associado à qualidade que ele traz às nossas vidas, não só a um teto bonito. Nesse sentido, a biofilia vem desempenhando um papel crucial, como o relatório ‘O Impacto Global do Design Biofílico no Ambiente de Trabalho’, do Human Spaces, nos oferece uma perspectiva. Segundo a pesquisa, 15% das pessoas que trabalham em ambientes que possuem contato com a natureza demonstram um nível de bem-estar maior do que aquelas em situação oposta.



O motivo para essa característica é muito simples: basicamente, estamos falando de lugares serenos, que reduzem o estresse encontrado nas grandes metrópoles nos dias de hoje. A presença de plantas em casa contribui para um ar mais limpo, reduz os níveis de ruído e cria uma atmosfera agradável, o que, consequentemente, ajuda em fatores como a melhora do humor, concentração e produtividade. 


Ou seja, não é uma questão apenas de beleza. Seja através de jardins ou hortas, a biofilia proporciona um refúgio contra a agitação do cotidiano e oferece espaços para relaxamento e lazer, onde os trabalhadores ou moradores podem desfrutar de momentos de tranquilidade, reconexão com a natureza e reabastecimento das energias. Isso sem falar no aspecto da crescente consciência ambiental, em que o olhar atento para a sustentabilidade também é um fator significativo.


Não à toa, o paisagismo é um aspecto que aumenta consideravelmente o valor dos empreendimentos no mercado imobiliário, principalmente o de altíssimo padrão. Ao redor do mundo todo - inclusive no Brasil -, a alta demanda por empreendimentos que prezam por elementos naturais, mesmo que estejam localizados em áreas urbanas, tem dado lugar a projetos cada vez mais inovadores, que criaram uma verdadeira revolução no conceito de lar.



No cenário internacional, uma grande prova disso é Bosco Verticale (Floresta Vertical), em Milão, na Itália. A estrutura possui duas torres residenciais que são verdadeiramente verdes, com mais de 900 árvores plantadas nas varandas dos apartamentos. Ou ainda podemos citar o edifício One Central Park, em Sydney, na Austrália, que apresenta uma fachada de jardins verticais e até um sistema de reflexão solar para garantir a luz suficiente para as plantas.  


Já no território brasileiro, é possível olharmos para o Cidade Matarazzo, empreendimento situado no coração de São Paulo. A área é composta por diversos prédios históricos restaurados e combinados com novas construções, todas cercadas por um luxuoso paisagismo que incorpora a biofilia. É a fusão perfeita do passado com o futuro. Ainda mais, podemos considerar o ÍCARO Jardins do Graciosa, em Curitiba, empreendimento pioneiro na tendência de floreiras na sacada e um dos precursores dessa tendência no Brasil.


Esse processo de revitalização também abriu as portas para projetos no ‘Novo Ecoville’, bairro da capital paranaense que hoje é considerado um dos melhores lugares para se morar no País. Um deles é o PACE, o qual traz apartamentos com jardins como uma extensão da vida da casa, além de áreas comuns com uma vegetação densa e diferentes espécies de árvores. Inclusive, o trecho mais alto da torre proporciona uma visão a mais de 100 metros de altura, que mistura essa “floresta” com um céu totalmente aberto. 


Quais são os desafios para incorporar a biofilia nos imóveis?

É claro que ainda há passos para o mercado imobiliário dar em direção à incorporação da biofilia em áreas urbanas. É o caso da falta de espaço, afinal, em cidades densamente povoadas cada centímetro de terra é precioso e muitas vezes já ocupado por estruturas e infraestruturas existentes. A própria manutenção é um desafio, já que manter áreas verdes em condições ideais requer recursos, tempo e habilidades especializadas. 


Por essas razões, as soluções de incorporadoras e profissionais que compreendem a importância da natureza em seus projetos vêm se tornando indispensáveis. O ÍCARO, com a ajuda de Renata Tiili, paisagista visionária que atua em diversos lugares do mundo há mais de 30 anos. Já as espécies nativas do PACE foram pensadas pelo botânico Ricardo Cardim, referência nacional em arquitetura paisagística.


São trabalhos que ultrapassam o patamar de tendências, compondo a identidade atual do que é um imóvel moderno e de alto padrão. Com eles, as cidades não apenas coexistem com espaços verdes, mas também beneficiam tanto a população local quanto o meio ambiente global. 


Portanto, é uma ideia que se alinha com as metas sustentáveis e ecologicamente corretas de vários países. E, sem coincidências, é dentro dessa lógica que o significado da palavra biofilia alcança a sua plenitude: “amor às coisas vivas”.


*Alfredo Gulin Neto é CEO da AG7, uma das principais incorporadoras de alto luxo e wellness building do Brasil, pioneira em conectar saúde e bem-estar a moradias inovadoras e de alto padrão.

Por: Alfredo Gulin Neto, CEO da AG7



 

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