De Castanheira para a ciência: centenários ajudam a revelar os segredos da longevidade
- A Folha do Vale - Jornal e Site
- 20 de jul.
- 2 min de leitura
A história do centenário José Francisco da Cruz, morador de Castanheira (MT), que aos 106 anos, hoje, chama a atenção pela disposição, rotina disciplinada e simplicidade de vida, ganha ainda mais significado diante de uma pesquisa que pode ajudar a desvendar os segredos da longevidade humana. No Brasil, a Universidade de São Paulo (USP) estuda atualmente três irmãs consideradas as mais velhas do mundo ainda vivas: Levita de Deus Nunes, de 109 anos, Zoraide de Deus Mota, de 104, e Zulina de Deus Nunes, de 103. Juntas, elas somam impressionantes 316 anos de vida.

O que torna o caso tão especial não é apenas a idade das três, mas o fato de serem irmãs, o que reforça a hipótese de uma importante influência genética no envelhecimento saudável. Segundo Ben Meyers, presidente-executivo da LongeviQuest, "quando irmãos chegam a essa idade, há claramente um forte componente genético". Além da herança familiar, as irmãs relatam hábitos simples, com
o alimentação equilibrada, vida ativa e convivência próxima da família, fatores que também despertam o interesse dos pesquisadores.
Embora cada história seja única, exemplos como o das três irmãs e o de José Francisco da Cruz mostram que a longevidade pode resultar da combinação entre genética, hábitos saudáveis e qualidade de vida. Entender essa relação é justamente o objetivo dos pesquisadores, que esperam transformar essas experiências em conhecimento capaz de contribuir para que mais pessoas envelheçam com saúde e autonomia.
´Do centenário local
O texto sobre José Francisco - “104 anos: vou muito longe ainda”, publicado em março de 2024, destaca o simpático morador do Bairro Santa Rita, suas origens, em Patos de Minas (MG), sua vida simples, sua rotina simples e sua vida disciplinada, que inclui fazer seu próprio café, caminhar diariamente pela cidade, inclusive indo a padaria, a cerca de 2 quilômetros de sua casa e seu gosto de conversar com os comerciantes, tendo na Gazin um de seus points.
Por: Vivaldo S. de Melo | Assessoria de Comunicação






































































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