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Pesquisadores da Bahia criam embalagem de mandioca e coco que se degrada em menos de 6 meses


Uma embalagem biodegradável para armazenar a manga de exportação produzida na Bahia. O projeto foi desenvolvido por pesquisadores do Senai-Cimatec (Campus Integrado de Manufatura e Tecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), em parceria com o projeto GestFrut – coordenado pela Embrapa Mandioca e Fruticultura da Bahia.

“Usamos os nanocristais da celulose oriunda de uma fonte que chamamos de resíduo, a fibra de coco, que tem aproveitamento muito menor que a sua real capacidade. E também usamos como fonte a mandioca, igualmente de fácil acesso e barata, o que dá uma valorização regional ao produto”, disse a pesquisadora do Senai Bruna Machado.

A embalagem ainda não está no mercado, mas a intenção é fazer parcerias com o setor produtivo para que isto seja uma realidade.

Segundo o Censo Agropecuário de 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado é o maior produtor de manga do país, com cerca de 281 mil toneladas por ano.

Os contêineres continuam indo cheios de mangas para o exterior e, chegando lá, casca e o caroço são retirados e a fruta é cortada para consumo imediato. “Então por que não fazer isso no Brasil e exportar já preparado? E por que não utilizar também uma embalagem biodegradável? Foram vários problemas que nós quisemos solucionar”, explicou Bruna.

Os pesquisadores usaram substâncias encontradas na mandioca e no coco, que são bastante comuns no Nordeste brasileiro. A embalagem se degrada em menos de seis meses após o descarte.


Por: Rafael Melo | Razões para Acreditar

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