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Professora usa rádio comunitária para ensinar alunos que não têm internet


Por conta da pandemia do coronavírus, grande parte das escolas e universidades passaram a oferecer aulas online. No entanto, existem mais de 3 bilhões de pessoas sem acesso à internet no mundo! E estas pessoas fazem como?

Na Argentina, a professora Miriam Mabel Lera decidiu usar a rádio comunitária de sua cidade para continuar ensinando os alunos que não têm acesso à internet. Se isto não é amor pela profissão, então o que pode ser?

A professora exemplar vive na pequena cidade de Diaguita-Calchiquí de Amaicha del Valle, ao sul do país e dá aula para as crianças do segundo ano da Escola Intercultural Bilíngue nº 10. No entanto, após as aulas serem canceladas, ela percebeu que nem todos os alunos tinham acesso à Internet ou smartphones e foi quando ela decidiu agir.

A região de Amaicha del Valle é tipicamente rural e, definitivamente não tem a facilidade de acesso à internet que uma grande cidade tem.

“Quando a quarentena começou, como todos os professores do país, fomos deixados para ver como manteríamos o vínculo com as crianças. Não escolhi o WhatsApp porque se conhece a realidade dos meninos, conhecemos as famílias e as condições em que vivem, por isso não foi fácil para mim fazer aula em vídeo para eles baixarem, sei que eles não têm telefone celular”, confirmou Miriam.


Aulas via rádio

Foi então que surgiu a ideia de usar a rádio comunitária, acessível a todas as famílias da região.

“Eu disse ao chefe da comunidade que gostaria de ensinar através da rádio, que tem a maioria. Notifiquei os pais e começamos os primeiros dias de abril e felizmente deu tudo certo. Falo com as crianças e as famílias como se estivessem olhando para mim, também dou a elas brincadeiras com a música que eles gostam”, disse a professora. Miriam tem 38 alunos, que hoje continuam a estudar de suas casas, de forma acessível e eficaz.

Não são poucas as histórias de crianças que estão sem estudar durante a quarentena ou que estão se esforçando para conseguir acesso à internet. Algumas precisam viajar horas ou aproveitar o wifi de um espaço público. Felizmente, os alunos de Miriam têm sorte de ter uma professora como ela!


“Conseguimos neste momento e desta forma avançar no aprendizado e não cortar o elo. O melhor é que muitas pessoas mais velhas nos ouvem e nos dizem que também estão aprendendo”, afirmou Miriam.


Fonte: Nation | Redação Ciclo Vivo


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