• Viviane Saggin

Pais recebem orientações sobre sintomas e tratamento da meningite


Com o objetivo de orientar e tirar dúvidas sobre sintomas e tratamentos contra a meningite, a direção da Creche Escola Maria Eunice Duarte de Barros, localizada no Centro Político Administrativo, em Cuiabá, realizou na tarde desta quinta-feira (15.09) reunião com pais e responsáveis das crianças matriculadas. O encontro reuniu cerca de 80 pessoas e contou com explicações das equipes da Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica do município e da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc-MT).


Segundo a diretora da unidade, Maria Benedita Magalhães, o intuito foi explicar o que é a doença, causas, sintomas, tratamento e procedimentos necessários para higienização do ambiente escolar visando à prevenção. “Nosso objetivo era esclarecer dúvidas e informações equivocadas. As famílias devem ter conhecimento sobre os sinais e sintomas, a disponibilidade de medidas de controle e prevenção, como quimioprofilaxia e vacinas”, informa.


Também foram citadas algumas medidas básicas de higiene, como lavar sempre as mãos, cobrir a boca ao tossir ou respirar e não compartilhar itens de uso pessoal com outras pessoas, que ajudam a prevenir a doença. Além disso, a equipe alertou sobre a importância de manter o cartão de vacinação das crianças em dia, sobre a necessidade de deixar ambientes arejados, já que doenças deste tipo se propagam mais no inverno.


A meningite é uma inflamação das meninges, que são as membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por diversos agentes infecciosos, como bactérias, vírus, parasitas e fungos, ou também por processos não infecciosos. As doenças bacterianas e virais são as mais importantes do ponto de vista da saúde pública, devido sua magnitude, capacidade de ocasionar surtos, e no caso da meningite bacteriana, a gravidade dos casos.


Caso


Atualmente, a creche atende 346 crianças de 2 a 5 anos de idade. Na última semana, uma aluna de 4 anos foi diagnosticada com meningite. Ao ser informada, a direção da escola buscou imediatamente orientações da Vigilância Epidemiológica do município e seguiu todos os procedimentos adequados de prevenção, como manter os ambientes arejados, fazer a higienização de salas, utensílios e objetos – o que já era rotineiro e, agora, foi intensificado – e lavar as mãos.


De acordo com a direção, a criança já não estava indo às aulas quando foi diagnosticada. Por orientação da Vigilância Epidemiológica, as aulas seguem normalmente.


A unidade escolar e a vigilância acompanham o estado de saúde da menina, que já está bem, sob observação por precaução. Segundo as autoridades, trata-se de um caso isolado.


A técnica da Gestão Escolar da Seduc, Rosângela Roquette, explica que a iniciativa de convocar a reunião com os pais e responsáveis é uma ação padrão da secretaria para casos como este.


“Nós nos preocupamos em informá-los e orientá-los sobre questões de saúde, principalmente com relação a doenças contagiosas. Desde o momento em que soubemos do caso, estamos dando o apoio necessário à gestão da escola e estamos aqui para informar aos responsáveis sobre as ações tomadas referente a esta situação”, aponta.


Por: Viviane Saggin




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