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Curso de Direito em Brasnorte e Ciência Política e Teoria Geral do Estado

O curso de direito em Brasnorte, iniciou neste segundo semestre, e atualmente está sendo concluído a segunda matéria do curso, que é Ciência Política e Teoria Geral do Estado, matéria ministrada pelo professor Oseias Carmo Neves.

Nesta finalização da disciplina, foi organizado seminários, momento em que os acadêmicos preparam os conteúdos baseados nos estudos e em pesquisas e expõe aos demais acadêmicos e professor, procurando com isso, sistematizar as informações e assimilar melhor os conhecimentos, e ao mesmo tempo, transmitir aos demais colegas de curso, futuro profissionais de direito.

Num país em que alguns juízes e promotores vem usando o poder judiciário de forma corrupta, usando o poder judiciário como mecanismo político para se beneficiarem ou beneficiarem este ou aquele grupo no poder, procurando interpretar as leis e a constituição ao modo que lhes interessam, inserindo em seus pareceres, julgamentos, suas crenças, ideologias e interesses políticos, fazer direito é quase uma utopia.

No Brasil atual, se tornou claro a corrupção processual, com inserção de interesses pessoais, de grupo, ideologias, crenças, ódios e até a ideia de justiceiro, que alguns “mais desequilibrados” possuem ao exercerem o poder do estado, essa deturpação acaba gerando um caos ao exercício, de polícias, de segurança e do direito.

Poderíamos dizer que é uma loteria a vivencia de cada cidadão, pois, dependendo de qual corrupto terá pela frente como policial, fiscalizador, legislador, executivo, juiz e promotor os resultados serão baseados em suas crenças, ideologias e interpretações, ao invés de serem baseados na constituição, código civil e penal.

Obviamente, na primeira noite de seminários, houve apresentação de quatro grupos, o interessante que incentivados (as) pelo professor, já procuraram se ambientar no “estereótipo” de vestimentas, sem adentrar em diversos outros estereótipos característicos do profissional de direito, apesar que já tinha uns querendo legislar, investigar, julgar e prender, ignorando completamente a constituição e seus poderes, mas como pontuou o professor, “esses assuntos podem ser expostos aqui dentro, pois, é ambiente universitário, mas, dependendo como colocado ai fora podem responderem processos”.

O primeiro grupo teve como tema o estado laico, ou seja, a presença ou não das denominações religiosas no poder judiciário, o que obviamente fere a constituição, mas hoje no Brasil, muitos no poder parecem não estarem preocupados com a tal constituição, ao ponto de quererem nomear ministros do STF, Ministério público, desembargadores e secretários baseados em suas crenças e ideologias, ferindo de morte a constituição e o estado.