Governo municipal de Porto dos Gaúchos vem articulando há 3 anos tornar a escola estadual em cívico militar
- A Folha do Vale - Jornal e Site
- há 2 dias
- 3 min de leitura
O governo municipal de Porto dos Gaúchos, sob a responsabilidade do prefeito, Vanderlei de Abreu (MDB) atua há 3 anos para tornar a escola estadual em modelo cívico militar.

Naquela oportunidade, o prefeito municipal, Vanderlei de Abreu expressou que:
"A transformação da Escola José Alves Bezerra em uma escola cívico-militares será um avanço para a comunidade escolar. Essa proposta visa melhorar o desempenho dos alunos, garantir mais organização e reforçar valores essenciais para a formação dos cidadãos."
Mas parece que desde aquele momento, o processo nem caminhou para efetivação da sonhada instalação da escola no modelo cívico militar na localidade.
Por isso, visando reforçar o interesse e apoio da comunidade, em especial dos alunos e pais da escola estadual, o governo municipal junto da direção escolar convocou a comunidade escolar para participarem de uma votação, para sacramentar a instalação ou não do modelo cívico militar na localidade, votação que a priori deverá ocorrer nesse final do mês de março, segunda e terça feira, de acordo com vídeo distribuído nas redes sociais na localidade.
O governo estadual já instalou diversas escolas militares no estado e já tem programado a instalação do mesmo modelo em diversos municípios, como pode ser constado nessa matéria:
A onde consta que:
Enquanto isso, o sindicato estadual de professores, igual vem ocorrendo em diversos estados da federação, vem contestando a legalidade destes modelos de escola cívico militar.
Dizendo que:
Aliás, o sindicato estadual obteve uma liminar proibindo a instalação de escola uma escola no modelo cívico militar, pode ser conferido em:
Claro, a priori, parece que nesse caso nem houve a votação da comunidade escolar para apoiar ou não a implantação do modelo cívico militar, todavia, o mérito da legalidade constitucional destes modelos de escolas ainda levará algum tempo para ser julgado no Supremo Tribunal Federal (STF).
Portanto, se uma comunidade quer de fato a instalação do modelo cívico militar, deverá votar, caso contrário, a instalação poderá ser contestada no mesmo modelo que ocorreu na liminar obtida pelo sindicato estadual de educação.
Por: Maurilio Trindade Aun
Jornalista, com Licenciatura Plena em Matemática e Bacharelado em Direito;









































































Comentários