Número de agricultores na alimentação escolar sobe 63%
Os alimentos são comprados principalmente de agricultores na mesma cidade em que estão as escolas para privilegiar os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e as comunidades quilombolas.

A Associação dos Produtores do Vale de Extremoz (Assoprove), localizada no Município de Extremoz, no Rio Grande do Norte, é uma das pioneiras no acesso ao programa. Ela foi fundada em 2005 e, desde 2010, cerca de 100 agricultores familiares associados têm um destino certo para a produção hortifrutigranjeira.
Pioneirismo
Pelo Pnae, a associação recebe, por ano, em média, R$ 900 mil com a entrega de 50 toneladas de frutas, polpas de frutas e leite, e evita a exploração dos agricultores por atravessadores. Em 2015, no Rio Grande do Norte, 117 Municípios venderam a produção da agricultura familiar para o Pnae, atingindo o valor de R$ 14.120.090, de acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
A produção de alimentos destinados aos alunos da rede pública aumentou nos últimos anos. Os agricultores familiares que passaram a produzir no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) cresceu 63% entre 2012 e 2016.
Ao todo, 34 mil produtores são beneficiados pela iniciativa, que arrecada até 30% dos recursos liberados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Eles são destinados à alimentação escolar na rede pública.




































































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