Polícia Civil prende representantes da RD Premium em Aripuanã

Uma investigação da Polícia Civil de Aripuanã deflagrada, no dia 30 de novembro resultou na prisão em flagrante de três representantes da empresa RD Premium, que havia decretado falência da empresa.
Foram presos: M.B.L., de 39 anos, conhecido como “Nelinho”, S.F.F. e R.W.D., de 37, ambos, acusados de praticaram o crime de venda irregular de solo urbano naquele município, infringindo o artigo 50 da lei 6.766/79.
De acordo com o delegado da Polícia Civil de Aripuanã, Alexandre da Silva Nazareth: a empresa RD está sendo investigada, pela “suposta” fraude de pirâmide financeira. Do outro lado, a proprietária da empresa alegou que estava passando por dificuldades financeiras e protocolou em juízo um pedido de falência.
Inconformada e com receio de calote, uma multidão de pessoas credoras invadiram a sede da empresa na última semana exigindo as restituições de seus créditos, e depois foram à delegacia de polícia fazer boletim de ocorrência.
Para “minimizar” o alvoroço dos credores D.J.S., representante legal da empresa RD Premium e seus funcionários propuseram dividir em tamanhos menores os lotes, localizado no Frei Canuto e repassar aos credores, para sanar as dívidas.
A Polícia Civil levou o caso ao juiz da comarca de Aripuanã que, homologou a prisão em flagrante e arbitrou a fiança de 10 salários mínimos para M. o diretor de marketing da empresa e R. que era cliente e fazia a veiculação falsa da legalização do loteamento. Já, S. que era secretária da empresa foi arbitrada a fiança de um salário mínimo.
Dos acusados, apenas R. não pagou a fiança e continua preso na cadeia pública de Aripuanã.
A área em questão pertence à D., porém não existe autorização da prefeitura para transformar essa área em loteamento urbano, o que torna o loteamento ilegal.
Por: Marcos Di Periz




































































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