Juína: Profissionais de Saúde esclarecem diferenças do atendimento da UPA e UBS
- A Folha do Vale - Jornal e Site
- 31 de jan. de 2018
- 2 min de leitura

Os profissionais da saúde do município de Juína, Rosineide Vasconcelos e Nadia Aparecida esclareceram na manhã desta terça-feira (30/01) alguns pontos importantes referentes aos diferentes tipos de atendimento ofertados pela UPA e pelas UBS.
O objetivo da entrevista foi orientar a população quanto a qual unidade de saúde buscar em caso de complicações na saúde, visando desafogar assim a UPA (Unidade de Pronto Atendimento).
Segundo Rosineide, coordenadora do SAMU, as unidades básicas de saúde (UBS) são o primeiro atendimento e fornecem atendimentos essenciais em saúde de crianças, da mulher, do adulto e do idoso, podendo fornecendo medicamentos para casos menos graves.
Segundo Rosineide, a UPA é um serviço de urgência e serve para atender casos mais graves ou de urgência e emergência, como acidentes de transito, casos de infarto, diabéticos descompensados, vitimas de arma de fogo, de arma branca ou casos de hipertensão.
Além do mais, segundo Rosineide, muitos pacientes que não apresentam casos de urgência acabam procurando a UPA, o os casos de emergência acabam tendo prioridade.
"A UPA presta serviço de urgência e emergência e é isso que nós queremos conscientizar, não que nós iremos negar atendimento, mas nós queremos fazer essa conscientização pra população o que é um serviço de urgência e emergência". Pontuou Rosineide Vasconcelos.
Em relação aos problemas com as ambulâncias e a demora do atendimento da equipe do SAMU, Rosineide informou que até o momento apenas uma ambulância esta em funcionamento, sendo que as demais estão com problemas mas, garantiu que os reparos estarão sendo realizados em breve.
Segundo Nádia, o grande problema é o numero de pessoas, que não possuem casos graves, que acabam procurando a UPA para serem atendidos o que acaba sobrecarregando o sistema.
Segundo nos informou Nádia, na UPA o paciente é avaliado de acordo com a classificação de risco, podendo ser liberado ou permanecer em observação por até 24 horas, e se necessário, ser removido para um hospital de referência.
Casos menos graves como febre não muito intensa, cortes não muito profundos, escoriações, dores de cabeça ou no corpo devido a doenças são atendidas nas unidades básicas de saúde, onde a população pode estar pegando seu medicamento e recebendo orientações.
Segundo as profissionais, a UPA do município é referência e recebe muita demanda não apenas do município mas também da região e por isso é importante que a população tenha a consciência de que a UPA é para casos urgentes e as Unidades Básicas de Saúde para casos de menor gravidade.
Por: Rosi Zimpel






































































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