top of page

Juína: Atuação do DPU favorece alunos do IFMT

  • Foto do escritor: A Folha do Vale - Jornal e Site
    A Folha do Vale - Jornal e Site
  • 1 de mar. de 2018
  • 2 min de leitura

A Defensoria Pública da União em Juína ajuizou ação civil pública com pedido liminar de tutela de urgência, nesta quinta-feira (1º), para que o Banco do Brasil permita que adolescentes hipossuficientes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT campus Juína-MT) consigam sacar o valor de suas bolsas de incentivo à pesquisa e diárias de visita técnica.


Alunos menores de idade do IFMT/Juína-MT estavam com dificuldade para receber os valores em razão do Banco do Brasil exigir a presença dos representantes legais dos adolescentes. A instituição financeira tem exclusividade no pagamento das bolsas, de acordo com resolução normativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O banco alegou que menores de idade não podem praticar atos da vida civil sozinhos.


A DPU em Juína, representada pelos defensores públicos federais Raphael de Souza Lage Santoro Soares e Luiz Izidro da Silva Neto, autores da ACP, encaminhou ofício ao IFMT com pedido de esclarecimento sobre a situação. O Instituto Federal entrou em contato com o Banco do Brasil na tentativa de buscar uma resolução para o conflito, como a abertura de conta simplificada, sem cobrança de taxas, para os alunos fazerem saque dos valores.


O problema persistiu, pois apenas uma pequena parte dos estudantes abriu conta, uma vez que o banco continuou exigindo o acompanhamento dos responsáveis legais. Dessa forma, diante da irredutibilidade do Banco do Brasil, a via judicial foi acionada para resolver o problema dos estudantes do IFMT/Juína-MT.


Na ação, os defensores observam que o perfil socioeconômico dos alunos e de suas famílias é de baixa renda, e boa parte deles mora em cidades com distância de 200 a 300 quilômetros de Juína, o que faz com que a exigência do banco acarrete despesas muito altas com transporte, inclusive provocando prejuízo ao orçamento familiar e inibindo a participação dos alunos. “A consequência de tal exigência é o verdadeiro desestímulo e frustração do programa federal”, ressaltam os defensores.


Os autores da ACP comentam ainda que, ao exigir a presença de responsável legal para “mero levantamento de ordem bancária de pagamento, o Banco do Brasil está agindo como fiscal da relação jurídica existente entre os estudantes, o IFMT e União Federal, mesmo não tendo atribuição para tanto, já que a instituição financeira é mero intermediário de pagamento do programa. Ao agir desta forma, exerce controle indevido de algo que se pressupõe legítimo”.


Por: Redação

Comentários


MDIACO~1_edited.png
MDIADI~1.PNG
CAPA COM CONTRACAPA DO 2º Livro da Série Mestres e Guardiões de Si.png
Logo Site Projetar e Construir.jpg
LOGO FINANÇAS E CONTABILIDADE.jpg
LOGO SAÚDE EM FOCO.jpg
Logo_AgroNegócio_&_Veterinária_Miniatura
Logo Moda & Tecnologia Miniatura.png
Logo Educação Política miniatura.jpg

Integração Ativa, no Guia Digital da Cidade:

MÍDIA DA CASTERLEITE ATUALIZADA_edited.jpg
MIDIA JORNAL A FOLHA DO VALE DISK PRÁTIC
Mandala%20do%20L%C3%ADrio_edited.jpg
Mídia de Divulgação do Projeto Social Literário PRONAC 2316326.jpg

ELIZANGELA TRINDADE FOLHA PUBLICIDADE                              E-mail: afolhadovale@hotmail.com             

CNPJ/PIX: 32.744.303/0001-05                                                        Contato: (66) 98421-4870  (66) 98427-2182

bottom of page