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Espaços ao ar livre podem ser “salas” de aula seguras


O planejamento para a reabertura das escolas é um processo que precisa assegurar, acima de tudo, que todos, alunos, professores e funcionários, se sintam seguros em relação à situação da pandemia em cada município.

Para além da grande questão de quando as escolas reabrirão é essencial que pensemos em como esta reabertura pode ser segura e neste sentido, diversos estudos apontam para o fato de que os ambientes ao ar livre diminuem o risco de transmissão do coronavírus e além disso podem contribuir para a promoção da saúde e bem estar de estudantes e educadores, que passaram por um longo período de confinamento.

Para que isto seja possível é necessário que haja um planejamento intersetorial para incluir espaços abertos, verdes e naturais dentro e fora das escolas para promover momentos de acolhimento, estudo e para aumentar a capacidade de recepção dos estudantes.

Atento a essas questões, o programa Criança e Natureza elaborou, em 2020, um documento, em parceria com a Undime e diversas organizações, para contribuir com o planejamento intersetorial da reabertura das escolas, e composição dos protocolos sanitários, pedagógicos e administrativos, quando houver condições sanitárias seguras.


Esta recomendação será adotada pela Unidade de Gestão de Educação de Jundiaí como diretriz para as ações de reabertura das escolas municipais. De forma pioneira, todas as escolas da cidade passarão por um processo de “desemparedamento”, ou seja, parte das aulas presenciais será realizada em salas de aulas temporárias situadas em áreas verdes, dentro das próprias escolas ou em espaços públicos próximos, como praças e parques – sempre cumprindo todos os protocolos de saúde vigentes.

Para viabilizar a iniciativa, o Instituto Alana promoveu uma formação para a equipe técnica e a Unidade de Gestão de Educação de Jundiaí fez um planejamento intersetorial, com a participação de outras secretarias, como Urbanismo e Meio Ambiente, para viabilizar a ocupação dessas áreas pelos estudantes. Foram pensadas questões como a segurança durante o deslocamento até as adaptações necessárias para montar essas “salas de aula temporárias”, bem como o planejamento da manutenção, limpeza e higienização dos espaços.

“QUASE UM ANO DEPOIS DO INÍCIO DA PANDEMIA, DEVEMOS PENSAR EM COMO AS CRIANÇAS ESTARÃO RETORNANDO À ESCOLA, COM OS CORPOS ÁVIDOS DE MOVIMENTAÇÃO E NECESSIDADES DE ACOLHIMENTO, O MOMENTO NÃO DEIXA DE SER TAMBÉM UMA OPORTUNIDADE PARA REPENSAR NOVOS FORMATOS DE EDUCAÇÃO PARA AS CRIANÇAS, INCLUINDO DE FORMA DEFINITIVA O USO DE AMBIENTES VERDES E ABERTOS.” Laís Fleury, coordenadora do programa Criança e Natureza.

“Além de ser uma forma de colaborar com as medidas sanitárias para a promoção da saúde e prevenção da transmissão do coronavírus, essas salas de aula ao ar livre são importantes ambientes para aprendizagem das crianças”, completa Laís.

A cidade de Jundiaí, com o apoio do programa Criança e Natureza, implementa, de forma inédita no Brasil, a utilização de espaços abertos como parte dos protocolos sanitários para a reabertura das escolas. Essa iniciativa pode ser adotada por todas as redes municipais.


Saúde em Foco


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