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Projeto ambiental convida crianças para o plantio de maisde 900 mudas nativas em Mato Grosso

“Separô para Plantar”, da Bom Futuro, iniciou em 2013 e já plantou mais de seis mil árvores nas unidades no estado.


A educação ambiental na prática é um dos objetivos do projeto “Separô para Plantar”, da Bom Futuro. A cada dois anos, a empresa convida filhos e filhas de colaboradores para participar de uma ação de plantio de mudas nativas em todas as unidades e a conversar sobre a preservação ambiental.


No último domingo (24.09), ocorreu o plantio deste ano com mais de 900 árvores que terão o nome de meninos e meninas e serão cuidadas com carinho e dedicação. Desde o início do projeto, em 2013, foram plantadas mais de 6 mil mudas nas unidades da empresa.

“Quando iniciamos esta atividade, entendemos que precisávamos sensibilizar os funcionários e as famílias que vivem dentro das fazendas sobre o tema ambiental. Assim, surgiu a ideia de envolvermos as crianças para realizar o plantio das mudas de forma que elas também entendessem a importância e levassem isso para casa. Desta forma, ajudando a fazer esta educação ambiental”, explica Elaine Lourenço, gestora ambiental da Bom Futuro.


Dizem que, durante a vida, as pessoas precisam “escrever um livro, ter um filho e plantar uma árvore”. Os irmãos Guilherme (11 anos) e Ana Gabriela da Silva Nogueira (9 anos) já cumpriram uma das tarefas da lista: plantaram uma árvore em 2019, na algodoeira da Bom Futuro, em Campo Verde (MT).


Eles fazem parte do grupo de centenas de crianças que plantaram árvores e deixaram seus nomes na natureza por meio “Separô para Plantar”. Até hoje, eles lembram do momento do plantio: “Eu era bem pequena, tinha cinco anos, mas lembro de ser legal participar e, depois, ver a árvore crescendo”, conta Ana Gabriela.


Já Guilherme, que tinha sete anos, recorda com mais detalhes a ação realizada na empresa. “Eu não achei difícil plantar, mas tivemos que abrir o buraco, colocar a árvore lá e depois cobrir. Eu fico muito orgulho de ver a minha árvore se desenvolvendo”. Como as crianças moram na cidade, a cerca de 10 quilômetros da empresa, o pai, Vagner Nogueira, traz todas as informações sobre a planta.


“Meu pai sempre manda fotos e a gente vai a todos os eventos que ocorrem na algodoeira e ‘visitamos’ a nossa árvore”, contam os pequenos. A mãe, Clenia da Silva Nogueira, fica orgulhosa: “É muito bonito ver este projeto e o envolvimento das crianças e até dos pais. O papai está lá trabalhando e vendo que tem uma árvore plantada pelos filhos”.


Já Guilherme, que tinha sete anos, recorda com mais detalhes a ação realizada na empresa. “Eu não achei difícil plantar, mas tivemos que abrir o buraco, colocar a árvore lá e depois cobrir. Eu fico muito orgulho de ver a minha árvore se desenvolvendo”. Como as crianças moram na cidade, a cerca de 10 quilômetros da empresa, o pai, Vagner Nogueira, traz todas as informações sobre a planta.


“Meu pai sempre manda fotos e a gente vai a todos os eventos que ocorrem na algodoeira e ‘visitamos’ a nossa árvore”, contam os pequenos. A mãe, Clenia da Silva Nogueira, fica orgulhosa: “É muito bonito ver este projeto e o envolvimento das crianças e até dos pais. O papai está lá trabalhando e vendo que tem uma árvore plantada pelos filhos”.


Preservação – A Bom Futuro preserva mais de 288 mil hectares de reserva legal e preservação permanente, o que equivale a duas vezes e meia a cidade de São Paulo. Periodicamente, as áreas são monitoradas por profissionais qualificados para fazer análises e verificar possíveis alterações de vegetação indicativas de eventuais desmatamentos e queimadas.



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