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Saúde Metafísica, A Linguagem da Alma expressa no corpo: Hérnia de Disco e/ou Bico de papagaio

No âmbito metafísico a somatização de Hérnia de Disco, popularmente denominada de 'Bico de Papagaio' simboliza que: Não se sente merecedor dos privilégios e culpa-se pelo prazer.

Dores lombares podem ser uma indicação da manifestação de Hérnia de Disco

Entre cada uma das vértebras da coluna existem estruturas chamadas discos invertebrais, que são compostos por uma substância gelatinosa. Possuem consistência fibrosa e são dispostos em camadas, como uma cebola. Preenchem os espaços entre as vértebras, sendo responsáveis por suportar e amortecer as cargas e os impactos que recaem sobre a coluna, permitindo seus movimentos.


Durante os movimentos, os núcleos dos discos, em formato de anéis, que circundam a medula, deslocam-se para o lado contrário do movimento das costas. A flexão do tronco para a direita desloca os anéis para a esquerda, o mesmo ocorre nos movimentos contrários; na inclinação para a frente, eles deslocam-se para trás, e assim sucessivamente.


A hérnia de disco é um processo degenerativo (desgaste), causado principalmente pelo envelhecimento. Também pode ser decorrente de esforços excessivos. O termo médico é osteófitos; na linguagem popular é conhecido como bico-de-papagaio. Trata-se da redução do líquido cio gel que compõem os discos, diminuindo sua altura, ocasionando a aproximação das vértebras adjacentes.


A redução do volume do disco vertebral ocorre quando o núcleo do disco comprime o anel fibroso, deslocando o gel para o canal medular. Ao migrar para essa área, mesmo sem romper o núcleo do disco, o gel pressiona a medula e as raízes nervosas, ocasionando dores intensas e formigamentos; bem como alterações da sensibilidade, da força muscular e dos reflexos.


Hérnia de Disco Crédito a Drauzio Varella

Esses sintomas irradiam para a parte de trás da coxa e parte inferior da perna, podendo chegar até o pé. De acordo com a visão metafísica, as pessoas com hérnia de disco possuem conflitos em relação à prática do que faz bem e é prazeroso. Têm dificuldades para realizar prontamente o que gostam. Dedicam-se pouco ao lazer, priorizam os afazeres, protelando a prática do seu hobby. Quando tiram um tempo para se divertirem, não raro, sentem um misto de satisfação e certo arrependimento ou culpa por ter deixado de lado as obrigações. Sejam os compromissos com o trabalho ou a participação nas situações familiares, a pessoa vive em função desses afazeres. Ela não se dá o direito de ser feliz, praticando o que faz bem a si mesma.


Apesar de mobilizar os esforços na conquista de condições materiais ou financeiras, que permitem usufruir os privilégios as pessoas não se sentem merecedoras de tê-los. Essa condição evidencia-se quando elas estão aguardando algum benefício extra no trabalho, por exemplo, e este não sai; a frustração reforça a crença de não merecer as regalias que obteriam com essa conquista. Eventos dessa natureza podem desencadear, em quem sofre de hérnia de disco, o aumento das dores nas costas.


O próprio empenho demasiado aos afazeres pode representar uma espécie de autopunição ou um mecanismo de fuga das frustrações. Uma vez que não consegue saciar seus desejos, a pessoa revolta-se pelos fracassos e se pune com práticas excessivas de trabalho árduo. Põe-se a cumprir as obrigações com certo sarcasmo. Parece gostar de sofrer, mas na verdade está se auto-agredindo por não ter conseguido fazer o que aprecia; o fracasso se deve à crença do não merecimento.


A autopunição é a inversão da força agressiva. Em vez de a pessoa extravasar sua voracidade, por não ter conseguido saciar suas vontades, ela retém sua indignação, dando início a um processo de autodestruição. Encara as incumbências como uma saga, a qual cumpre de maneira nada satisfatória e com pesar e resignação. Quem atua dessa forma perde a oportunidade de angariar conteúdos internos, tais como habilidades e competências, gabaritando a pessoa para executar suas tarefas. Esse estado também promove satisfações positivas, sanando momentaneamente a falta de prazer.


Além dos benefícios diretos angariados com o trabalho executado, obtém-se uma espécie de nutrientes emocionais para o autovalor, fortalecendo a auto-estima e elevando o amor próprio. Outras importantes condições desenvolvidas com o exercício das funções são independência e idoneidade; e, ainda, as condições materiais e financeiras necessárias para a prática do hobby.


Encarar as dificuldades como uma importante fonte de bem viver possibilita a realização pessoal e a saúde emocional. A própria frustração pela falta de dedicação ao lazer é minimizada quando a pessoa trabalha com satisfação. Nem sempre é possível conciliar o trabalho com o lazer, melhor dizendo, ganhar dinheiro praticando o hobby, porém depende de nós encontrarmos uma forma de satisfação no que realizamos. Isso, além de tornar mais agradável o desempenho, reduz o desgaste físico e emocional.


Por outro lado, quando nos dedicamos às atividades de lazer, precisamos investir recursos financeiros, mas obtemos um significativo ganho de condições internas, que revertem positivamente no trabalho. Melhor dizendo, ao fazer o que gostamos, há um ganho emocional que se reverte em energias para o corpo, aumento da disposição para cumprir as obrigações diárias, conseqüentemente, saúde para a região lombar.


Aprender é bom e faz bem.


FONTE: VALCAPELLI. Metafísica da saúde : sistema nervoso : (incluindo coluna vertebral) / Valcapelli & Gasparetto. - São Paulo : Centro de Estudos Vida & Consciência Editora, 2008. - (Coleção metafísica da saúde ; v. 4) Disponível em 2022 03 26


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