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Vereadora agredida verbalmente obtém atestado médico, à afastamento das atividades, por 60 dias

  • Foto do escritor: A Folha do Vale - Jornal e Site
    A Folha do Vale - Jornal e Site
  • há 2 horas
  • 3 min de leitura

Maioria das vereadoras são contra comissão parlamentar de inquérito à responsabilização do vereador pela situação ocorrida no plenário.


Na sessão do poder legislativo, no dia 23.02, 4 mulheres estavam exercendo o cargo de vereadoras, destas, 3 vereadoras foram contra abertura de qualquer comissão para responsabilizar o vereador Leandro Budke (Cidadania), o qual mandou a vereadora Juliane Arend (PSB) "calar a boca", pois de acordo com o vereador, ela nem sabia direito do que estava falando.


A vereadora que foi mandada calar a boca, se diz abalada emocionalmente, tanto é que obteve um atestado médico de 60 dias para ficar afastado do seu cargo diante do fato.


Todavia, a maioria das colegas vereadoras afirmaram que nem reconheceram o fato como uma violência contra a vereadora, tanto é que nem apoiaram qualquer abertura de comissão para responsabilizar o vereador.

A solicitação de abertura de uma comissão processante teve o placar de 4 votos para abertura da comissão e 4 votos contra a abertura, mas o próprio suplente da vereadora preferiu se abster de votar, ou seja, indiretamente ficou contra a vereadora que foi agredida verbalmente na sessão.


Pelo que pode constatar nas explicações das nobres vereadoras, existe uma grande contradição, pois todas se dizem lutar contra a violência contra as mulheres, mas quando um vereador diz para uma vereadora que ela nem sabe do que está falando, e, portanto, deve calar a boca, elas dizem nem ver isso como violência.


O interessante é que hoje virou moda muitos homens serem condenados simplesmente pelo fato de uma mulher dizer que foi agredida verbalmente, e desta forma, dizendo que está abalada psicologicamente mesmo sem provas algumas de que houve qualquer ataques verbais, mas no caso ocorrido dentro do poder legislativo, mesmo com o registro do vereador menosprezando a vereadora, as colegas nem reconheceram que houve violência para pelo menos montar uma comissão para advertir o vereador.


Claro, seria muito bom se todos calasse a boca quando nem sabe direito o que estão falando, primeiramente, diminuíram uns 90% das conversas fiadas nas redes sociais, aliás, até vereadoras se posicionado contra a abertura da comissão processante, se seguisse a orientação do colega vereador, deveriam calar a boca, ou seja, ninguém deve falar o que nem sabe direito, ou seja, devem calar a boca, ao invés de  ficarem falando e atacando outros, pois a falta de conhecimento sobre assunto ocorrido no parlamento estadual foi distorcido por uma das vereadoras no entendimento do deputado estadual Catani (PL), o qual indiretamente deixou no ar que processará a vereadora.


Nessas horas devemos lembrar da lei 14.188, de 29/7/2021, de que a violência psicológica contra a mulher foi incluída no Código Penal como crime. Para esse tipo de delito, a pena é reclusão de seis meses a dois anos e multa.


Aliás, as agressões verbais ocorridas em ambiente de trabalho configuram ilícito passível de indenização por danos morais à vítima dos ataques.



Se um vereador, ou qualquer político pode agredir verbalmente qualquer mulher e nem responde, ou seja, nem é responsabilizado pelos seus próprios pares, da mesma maneira, nem um homem deveria ser preso, processado e/ou condenado por supostas violências verbais e psicológica contra uma mulher, afirma algumas pessoas.


Por: Maurilio Trindade Aun

Jornalista com Bacharelado em Direito e licenciatura Plena em Matemática




 


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