Estão levando o meu pai à morte? Ministro peço que veja o meu relato, enquanto filha. Pois nunca me oportunizaram isto Série de Denuncias graves
- A Folha do Vale - Jornal e Site
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Atualizado: há 5 horas
O paciente ( Maurílio Trindade ) sofreu perseguições políticas que culminaram em ameaça contra vida própria e familiares que conviviam juntos. Faz-se relatar que pessoas ligadas ao Ex-Deputado Federal Oscar Bezerra e da Ex-Prefeita de Juara Luciane Bezerra, seguiram as filhas de Maurílio Trindade, até sua residência (Rua Jacobina, Bairro Santa Cruz, em Juara); Documento Oficial:

Registrou-se B.O quanto aos fatos (das perseguições, das agressões físicas frente à Escola Estadual Oscar Soares, em Juara, fato que foi presenciado por policiais da localidade de Juara).
A matéria que foi divulgada culminou no afastamento da prefeita da época, de seu cargo; E o Sr. Edson Piovesan passou a ser Prefeito por Juara;
Quanto Eu, Elizangela Trindade, fui buscar minha irmã (Elizandra Trindade) que estava no colégio registrando um evento público (Obras de melhoria de Infraestrutura no Colégio), um oficial chegou ao meu lado, colocou a mão no meu ombro e disse “a gente viu o que o Oscar Fez, não cria problema não vai”, ... minha irmã notou de longe o que estava se sucedento e gesticulou como eu estava permitindo que alguém colocasse a mão em meu ombro, chamei a minha irmã com apenas um olhar e um gesto (ela não sabia que o nosso pai havia sido agredido fisicamente frente ao colégio.)
Saindo dali, eu fui ao Pneu Moto Peças Lauro, pois quando recebi a informação de que o jornalista/meu pai havia sido agredido estava comprando pneus ao carro da empresa (na época Folha de Juara), e eu já havia acertado e marcado a troca.
Mencionei o ocorrido á minha irmã a qual por si só, retornou caminhando à casa com a máquina fotográfica para poder fazer o registro de imagem do fruto de agressão contra o nosso pai.
Mas ... quando eu aguardava, na pneu moto peças Lauro, chegou no local 2 veículos dos quais desceram várias pessoas e começaram a andar pela loja, no inicio eu não havia estranhado isto, dentre as pessoas Reconheci o ex-vereador Maurinho Som.
Eu só fui entender o panorama da situação quando eu retornava à casa, passei por minha irmã que ainda estava caminhando, já na rua jacobina, com direção à casa. E dali 10 minutos chegou um pessoal e eu reconheci eles, os que haviam ido no Pneu Motos Peças Lauro.
X A Elizandra Trindade, em instinto de proteção ao pai havia dito que “ele não estava”; Perguntei se queriam jornal, abri o baú da biz da minha irmã e entreguei jornal, quando meu pai saiu da casa (achando que eram os policiais a paisana que viam em auxilio) eu identifiquei que todos eram amigados do Ex-deputado Oscar Bezerra, e haviam pedido/ instruído para que o Maurílio Trindade não fizesse o B.O denunciando a agressão física :
O Maurílio escreveu uma matéria registrando o ocorrido de agressão “Deputado Estadual Agride jornalista em Juara” como ele não poderia assinar isto, quem assinou a matéria foi justo a Elizandra Trindade, pois é ela que estava no evento; Ela assinou, a matéria foi publicada e teve ampla repercussão (chegando ao ponto de jornalistas da capital contatarem o Maurílio Trindade);
Uma das pessoas quis brincar e disse que o Maurílio Trindade não tinha B.O para comprovar. O detalhe? É que quanto eu permaneci, na rua, ao lado da Biz e notei que um dos “caras fortes” foi chamar o Maurílio Trindade para não fazer o B.O pois se não poderia pegar mal.
Quando eles se retiraram e o Maurílio fez o comentário á mim, do que eles haviam pedido a ele. Ele não ia fazer o B.O, e eu disse que ele DEVERIA FAZER O B.O, pois eles haviam me seguido (o que você faria se perseguissem suas filhas?) ; Então, o B.O foi colocado na matéria;

A Elizandra Trindade, se arrependeu de ter assinado a matéria (2017), mesmo que fosse pela defesa do pai (Maurílio Trindade). Em virtude a todos os fatos, somados a visita de gente armada acostada no muro de frente do final da Rua da Casa (Ironicamente ao lado de um dos Imóveis cuja propriedade é atribuída ao Ex-Deputado Oscar Bezerra. Acionamos a polícia para eu fizessem rondas pela localidade e se comprometeram a fazer isto, mas não tinham como fazer isto frequentemente. Só no momento que foi relatado a presença de pessoa armada suspeita, frente a casa...
Estranhamente, a rua passou a ficar meio movimentada pra um final de rua sem saída, muitas caminhonetes, veículos passaram a situar em torno da residência.
Minha irmã mais nova (Elizandra Trindade), na época com 22 anos, relatou à mim (Elizangela Trindade) que havia sonhado que havia sido assassinada ( e em consonância eu também havia sonhado que ela havia se ferido.... que eu a havia perdido de vida)...

Nesta época o Emerson Trindade (meu irmão e ex-sócio) já havia ido morar em Cuiabá ainda em 2016, havia começado outra linha de estudo: Corretor de Imóveis). Outra observação: O Júnior (caçula da família) chegou a estudar em Juara, por um trimestre (em 2014), fazia companhia à Elizandra quando iam caminhando à escola, pois a mae trabalhava no sítio enquanto cozinheira, e ele ficava sozinho, então foi morar junto por um tempo; Pelos registros que noto, ele também foi ferido por conta de fakenews;
De Outubro de Em 2017, depois da publicação da matéria assinada, a qual teve um alcance considerável na época, Minha irmã se fechou, completamente, ficou arredia e não falava comigo. Demandava mais descanso que o habitual;
Eu estava ali por ela, para que ela pudesse concluir a formação acadêmica na UNEMAT (Pedagogia). A ausência do irmão dela a afetou, pois antes, eu (Elizangela Trindade e o meu irmão: Emerson Trindade íamos juntos à faculdade, de carro, de moto, ou mesmo pedalando; O Emerson foi embora por livre escolha, abandonou abriu mão do trabalho com o jornal (pois prestava serviços e não recebia o pagamento [ uma desvalorização laboral sistêmica), ele fez um pé de meia e quando um dia fomos registrar evento público em Tabaporã (Link à página), quando ligamos em casa, não atendeu e eu senti que ele havia ido embora, pois já havia feito isto outras 2 vezes; pois pressões da pré adolescência no convívio com a mãe, e outras pelas obrigações incutidas pela sociedade quando viu-se só num imóvel onde eu Elizangela Trindade, Emerson Trindade, Maurílio Trindade residimos e quando retornamos à Juína teria de pagar aluguel e era cobrado com insistência. Nunca vi mais os móveis que também estavam naquela casa os quais foram adquiridos em meu nome (Elizangela Trindade)
Meu pai (Maurílio Trindade), saiu em peregrinação outra vez para encontra-lo, o encontrou, o trouxe à casa; Começou curso de agronomia, não quis prosseguir, começou a trabalhar enquanto jornalista aprendiz na prefeitura de Juruena... fazer as coisas por si deu trabalho, então, ele se tornou meu sócio e em 2013, foi morar em Juara também (todos nos mudamos por conta de formação acadêmica;
Mais, quando ele pegou a moto dele e partiu ao mundo... tudo bem, ele tem livre arbítrio para encontrar o que ressoasse ao seu coração. Ligava ao pai, quando podia; Fez a primeira ligação depois de 3 meses.
Eu me ressenti dele, do meu irmão ( Emerson Trindade ), era ele quem vendia, recebia de publicações de materiais ao jornal; Só depois, bem depois que eu fui compreender de quem havia várias pessoas aos quais ele havia prestado serviço, além dele não receber ele ainda emprestou dinheiro para auxiliar.
Pois também me vi numa situação de fazer manter
O locatário da casa em que eu habitava em Juara, antes, aquela mesma que recebeu “visitas indesejadas” de amigados políticos do Ex-deputado, resolveu superfaturar (em 150%) o aluguel do imóvel (depois de eu ter investido recursos em algumas melhorias de infraestrutura (vidros quebrados), jardim ... Nunca levei nenhum colega da faculdade à conhecimento de minha residência; Pois mim era meu santuário de paz e segurança, inviolável;
Eu estava estressada, não dormia direito, madrugava para poder pegar o jornal e direcionar à outras cidades; Minha irmã queixava-se de mim, ao meu pai (Maurílio Trindade) pois me culpava por meu irmão (Emerson Trindade) ter ido embora.
Nunca brigamos, nunca discutimos, nunca nos maltratamos, nenhuma vez. Mais recebi dela um olhar diferente, daqueles que tem intenção de fazer mal, toda vez que eu me dispunha a fazer afazeres de casa na presença dela. Eu chegava, começava a fazer limpezas, arrumar, ela se apartava da minha presença;
Se indignava pelo fato de eu conseguir vender, receber dinheiro, ela não entendia como eu conseguia fazer isto, dar conta do trabalho; Decidi incutir à ela a função de receber pagamentos (de empresas anunciantes no Guia Digital da Cidade ( Realc, na época) eu havia definido, internamente que todo os recursos que fossem recebidos pertinentes ao Guia Digital da Cidade (10% seriam dela, pra sempre), ela foi receber. Eu passei um recurso (dinheiro à ela) naquela ocasião era R$ 10 (Dez Reais), podia ser pouco, mais era o que correspondia ao percentual do que havia sido recebido naquele dia; Ela ficou revoltada, “pois andava pra cima e pra baixo entregando o jornal” e considerou o recurso que paguei/ repassei à ela uma afronta, esmola. Como se eu não estivesse a trabalhar e manter as atividades para manter as coisas em dias: Aluguel, água, luz, internet, telefone, pagamento de móveis, roupas, calçados, combustível, impostos, alimentação à casa. Ela não via, não entendia a dinâmica financeira para manter o lar e o trabalho, não tinha como entender pois não era responsabilidade dela cuidar disto, era minha e do meu pai.
Quando o meu irmão foi embora, em 2016, eu criei as páginas temáticas do site do Jornal A Folha do Vale; Como meio de fazer transmutar o que eu sentia;
O site do Jornal foi criado em 2016, antes, não havia, era só o jornal impresso, só e exclusivamente, pois eu só comecei a montar o site do jornal, depois, quando estava a cursar o 7º Semestre do Curso de Bacharel em Administração pela UNEMAT de Juara; O tema: Proatividade no contexto organizacional; E levei isto à alma; Sempre criando algo novo partir de algo que feriu;
... eu não sabia que isto despertava inveja, ciúme e ressentimento. Não sabia que o fato de buscar superar adversidades incomodava. Eu sabia que tinham inveja da gente, da família (pelo trabalho, pela união) pelo que representávamos à sociedade, capazes de criar algo novo sem depender tanto do sistema. Sei disto pois pessoas diversas perguntavam “quanto que pagavam para mim trabalhar com o jornal” sem saberem que eu era a dona da empresa, pois nunca fiz questão de divulgar isto, preferia que achassem que era do meu pai (Maurílio Trindade) que havia ficado enquanto responsável pelo suporte à manutenção dos trabalhos com o Jornal (Semanaol) que pertencia à Elizandra Trindade e a Folha de Juara (que pertencia à mim e ao meu irmão Emerson Trindade)
Fiz isto pois a voga é uma sociedade paternalista/ onde enaltecia-se empreendimentos conduzidos por figuras masculinas tão somente. Os outro podiam me ver apenas como entregadora do jornal, fotografa ou jornalista freelancer. Mas eu, e a minha irmã, desde 2013 éramos donas e gestoras de nossas próprias empresas. Ou ao menos aprendendo a conduzir isto;
Criei o Guia Digital da Cidade em 2016 (Realc) também junto ao site [ www.a-folhadovale.com ]; Fui buscar parcerias comerciais para desenvolver a plataforma. Consegui, fiz acordo, e quando fui receber (30 dias depois) das primeiras negociação eu não recebi, pois a pessoa havia se esquecido do combinado, mas, eu me senti grata pois o simples acordo foi o suficiente para que eu me dedicasse ao desenvolvimento das atividades. Foi algo que foi inspirados por consciências protetoras.
O detalhe que a falta de pagamentos/ recebimentos ocasionais influía, Eu conseguia manter, as coisas, as responsabilidade, o que era o suficiente para manter o básico, o essencial o que fosse justo e digno à todos;
As páginas temáticas, em 2017 Saúde em Foco, Projetar e Construir, Espiritualidade e Religião, Setor Automotivo, Educação Política, Moda e Tecnologia, Agricultura e Veterinária. Tudo, desenvolvido do absoluto ZERO (0), eu tenho as habilidades necessárias pois o meu pai, Maurílio Trindade, que assina matérias jornalisticas enquanto Maurílio Trindade Aun, investiu em minha formação profissional: Curso de digitação, Curso de Desing Gráfico, Corel Draw, também oportunizou meu desenvolvimento enquanto agente social; Ninguém nunca fez isto por ele, e ele fez: por mim, e por cada um dos meus 4 irmãos, do jeito que pôde;
Ninguém vê o trabalho de um homem até que o que cria começa a chamar a atenção; Os que o conhecem e conheciam (o parabenizavam... por mim, por minha criação) era e é um reconhecimento justo, pois ninguém se desenvolve sozinho ou ao acaso.
Mas, o que ocorreu em 2018, foi um golpe... Algo que o Maurílio sempre buscou refrear era: ataques contra direitos e corrupção política; Ele não aceitava e nunca aceitou isto; Cansei de notar perseguições, pessoas rondando com intenção ao mal. Por mim nada passa batido; O Maurílio Trindade passou a se preocupar mais comigo e com a minha irmã. Busquei a proteção dele quando ví que onde eu estava não era mais seguro; E, minha irmã, depois disto também buscou seu abrigo e proteção.
Todos estavam bem, tinha duas dificuldades, seus desafios. E minha irmã dizia que as pessoas mudavam a postura em minha presença, por que eu faço mudar, mantendo o pensamento alinhado.
Chá de ayahuasca à mim, fez bem, mas não à minha irmã; Não que vomitar signifique bem, mas o fato de eu ter alinhado coisas internas fez a diferença;
MAS... fruto de corrupção política e corrupção de poderes... Minha irmã sentiu-se desprotegida; Ela ia sozinha à faculdade, voltava sozinha desta, depois que nosso irmão havia decidido ir embora. Quando eu e o Maurílio íamos à cidades vizinhas por conta do trabalho ela também via-se sozinha; Quando era possível ela acompanhada. Lembre-se ela estudava e fazia a manutenção do site que criei, um a mim outro à ela; E diagramava o Semanaol;
Isto sem mencionar que já tinha tido veículos ‘apreendido” depois de defender um jovem acadêmico que retornava de moto do campus universitário; Fui defender um jovem cuja moto (não estava com documentos em dia) mais que vinha de Novo Horizonte do Norte para estudar em Juara. Sexta-feira, noite. Com sono, depois de dia de prova, Quem chamo? É claro, meu pai (Maurílio Trindade) É claro, em vez nenhuma mencionava o nome da minha empresa ou nossa atividades enquanto profissionais para resolver desentendimento.
Era o jeito dele me mostrar como é que se resolve as coisas ‘dentro da LEI”. Afinal, ele foi um ex-academico da 1º Turma de Direito em Juína no ano de 2003; E não deu conta de concluir pois havia 06 pessoas que dependiam deste financeiramente, e 5 menores de idade (que inclui eu e meu 4 irmãos)... pois quando era criança eu por livre e espontânea vontade ia vender jornal “a menina do jornal”. “Quer comprar jornal hoje?” era meu mantra. Mais lembra-se que mencionei que eu não me sentia segura e busquei a proteção do meu pai? Isto foi aos 13/14 anos, quando notei tratamentos insinuosos direcionados à minha figura física de pré adolescente. Nunca revelei isto à alguém, mais quando adulta, depois dos 25 anos (já formada em administração e já conduzindo minhas responsabilidade), relatei ao meu pai por que é que eu havia decidido ir morar com ele;
Vale ressalvar ainda que, quando eu estava estudando (Curso de Bacharel em Administração) Aprenderam na época, a minha biz (eu não havia pago o licenciamento em dia... o oficial ia relevar mais eu fui defender um jovem que descolou-se à juara de moto, de Novo Horizonte do Norte (placa) e eu sabia que ele não teria como retornar à casa, pois era sexta-feira de noite); “Já que você se intrometeu, vamos apreender também tua biz”. Liguei ao meu pai, relatei o ocorrido, eu estava com sono e queria apenas voltar à casa; e coloraram uma multa ao veículo (carro) da empresa (por estacionamento indevido) no relatório. Eu me empenhava para manter o essencial...
SOMA-SE ESTE NÍVEL DE AÇÃO A TODO O QUE FOI DESCRITO.
... decorrente ao fato de ter assinado matéria relatando agressão física ao acusado, impetrada pela Ex-Deputado Estadual Oscar Bezerra; Na época passamos por dificuldades financeiras e não pudemos manter os dois jornais que mentíamos: Semanaol e A Folha do Juara (que depois passou a ser A Folha do Vale
Para resguardar integridade física a Elizandra fez o que pode para poder sair da localidade (levando mobilização de irmãos e familiar) à desocupação do imóvel, onde todos os pertences da minha residência, na época foram subtraídos do lar, e dos quais não tive retorno e respaldo financeiro. Isto ocorreu no dia 26.02.2018; em 07.03.2028, desloquei-me à Juara e o local em que eu habitava, completamente vazia, um pendrive no chão e gatos arredios. Roupa no corpo e material de trabalho. Recomeçando, DENOVO, do zero, numa cidade em que paguei aluguel durante 5 anos enquanto estudava, e sem muitos respaldos empresariais. Pois afinal de contas viam-me apenas como mera entregadora de jornal;
O Maurílio não estava na casa, pois eu havia pedido para que se retirasse (minha irmã queixava-se de mim à ele, e ela se queijava dele, comigo. Era uma pai que muitos rotulariam como CHATO);
Porém quando ligou, depois de ter dirigido de Bis à Capital Cuiabá, relatei o ocorrido (e ele [Maurílio Trindade] retornou por mim [ Elizangela Trindade]). E vi-me em circunstâncias de reconstruir tudo que levou 4 anos de faculdade para reerguer;
Solicitei uma simples mudança de endereço de telefone (OI) entre cidades para manter o mesmo número e a surpresa de que colocaram outro quando eu havia perguntado várias e várias vezes sobre a manutenção do mesmo número de contato fixo (Juara) 1774, o qual pertencia enquanto contato comercial do Jornal Folha de Juara/ A Folha do Vale; Isto rendeu um processo; pois não cumpriram com o simples pedido de mudança de endereço
Soma-se isto e ao destrato notado quando fui buscar ir na Polícia Cívil de Juara e Polícia Militar para relatar apropriações indébitas e o sumiço de todos os móveis da minha casa, eu não fui adequadamente recebida e atendida na delegacia, queriam que eu fizesse exame intimo. “Se não cooperar podemos lhe prender”. Que idiotice é esta? Quando vou lá relatar o que se sucedeu em relação aos meus pertences e irmão;
Não prestei queixa contra o delegado, já passei por desafios maiores; mas, isto feriu
O Maurílio Trindade, diante a todos os fatos percebidos de desonra contra mim, enquanto filha e empresária, iniciou curso de Bacharel em Direito; O Objetivo: defender o meio de comunicação impresso (Jornal) pois os entre municipais (prefeituras e câmaras de vereadores) não se utilizavam deste meio para fazerem publicações conforme dita a LEI
Ocorre que em 2019, fui parar no hospital Municipal de Juara (estava a sofrer vampirismo psquico coletivo), por razões de influências externas negativas; O Maurílio Trindade foi a única pessoa que manteve-se trabalhando lado a lado e acompanhando todo o cenário.
No período de 2019 à 2020, eu não estava dando conta de manter as atividades laborais que normalmente mantinha (e atualmente mantenho) que é o trabalho com o Jornal A Folha do Vale;
Em 2020, eu lembrei o que ocorreu no Hospital Municipal de Juara (Quase um ano depois depois de ficar por mais de 2 horas debaixo da água, com a mesma veste que usei na defesa do meu TCC na Câmara Municipal de Juara); Mas, não tinha prova, exceto dores físicas e pelo fato de conseguir dormir usando analgésico;
Meu pai havia feito uma pergunta? Não era normal eu estar sentindo dor física a nível íntimo do tipo que não consegue dormir sem tomar analgésico, mas como saber? se eu fui dopada com aplicação de analgésicos na coluna vertebral? no Hospital Municipal de Juara?, depois de receber cuidado intravenosso. Ah, nesta época a Ex-Prefeita e Ex-deputada Luciane Bezerra havia sido exonerada do cargo enquanto prefeita, por conta da matéria que publiquei no meu jornal (A Ed. 087 do Jornal A Folha do Vale) o qual foi amplamente distribuído com gratuidade pela cidade)
Eu sabia que eu não estava bem, que havia algo de errado. (2019, antes da pandemia, aprendendo a diagramar revista, remobiliando casa/ escritório, vendo meu pai ter de ir à outra cidade, outra casa outro local para mobiliar, o corpo cansa, o espirito se exauri... o corpo entra em choque, mais o espirito permanece por quem preza).
Pelo meu Pai (Maurílio Trindade), por Minha família e criação eu iniciei a escrita de algo, que veio a ser o 1º Livro da Série Mestres e Guardiões de Si, como meio ao enfrentamento de todas as injustiças, dos ataques, das calúnias, injúrias e difamações veladas que estavam sendo impetradas contra mim, Elizangela Trindade. Esse foi o vídeo que publiquei na época: https://youtu.be/2d-R267ZKPc Quando estava a fazer este trabalho, mandei um áudio por engano a um ex-orientador do curdo de TCC (Luciano Olivetto) que perguntou se eu estava bem, eu fingi que não vi a mensagem [... pois haviam feito extraviar os livros que comprou à mim... pois eu não sabia que aquisições pela internet chegavam... me senti em dívida com o Luciano Olivetto]; e continuei com o meu trabalho, já mais forte, acnorada no plano físico, pois eu lembrei do que fizeram, como fizeram, por que o fizeram e quem queriam que eu culpasse.
Em 2022, recebi pelo celular da empresa, uma ‘ameaça’ do Ex-prefeito de Cotriguaçu, Olírio, o qual encaminhou a imagem de um O.B; em ameaça ao jornalista Maurílio Trindade que estava enquanto responsável pela prestação de serviços de Registro e Documentação de Ações públicas através do Jornal Impresso; Fazia meses que o Maurílio não ia ao município colocar o jornal à disposição da Administração Municipal e na época, o Gestor encaminhou a foto de um suposto B.O, onde eu notei o meu Nome (Elizangela Trindade) os meus dados de residência e telefone, com alusões de crimes contra dignidade sexual;
Na ocasião o prefeito mencionou, por escrito que “mandei para uns conhecidos” mas se fizer matéria contra minha gestão, mandarei para mais pessoas; Eu liguei ao indivíduo que apenas engoliu seco e disse que não havia sido ele que havia criado o B.O; Pois à mim era um absurdo, como um prefeito, há mais de 400 km de Juara, tem um B.O com dados de localização e nomes reais, sendo que nem eu que estava citada no dito ofício, não tinha acesso àquela coisa. E isto depois de eu já ter ouvido ameaça verbal deste contra meu pai/jornalista Maurílio Trindade, que na época havia feito um comentário de que “é muito fácil um jornalista amanhecer com a boca cheia de formigas”, o Maurílio, com intenção de defender “O prefeito na época” da minha indignação, disse que aquilo era “uma brincadeira”; Isto ocorreu em meados de Novembro de 2022 e o que me indignou foi o fato de que eu identifiquei que o prefeito desta cidade recebida, com frequência matérias que eu produzia. Artigos de ordens diversas, e nunca sequer se deu ao trabalho de questionar.
Prestava serviços de divulgação à empresários, até mesmo permuta (os justos e dignos honraram, se mantém) mas teve muitos que utilizavam os serviços recebiam os materiais divulgada até no jornal impresso e se fazerem de desentendidos quando era para receber/ pagar pelos serviços;
Ah sim, é claro sempre as vezes vinha e pergunta “você está trabalhando com teu pai” de pessoas que sequer sabem ou saberiam o meu nome e jamais sabiam que eu é que cuidava das obrigações de manutenção do Jornal A Folha do Vale, e o Maurílio fazia-se presente enquanto protetor, guardião;
Um pandemia à todos. Passamos por ela, certo?
Inicio de 2023, passou a pandemia e o meu diário já todo escrito, e estava quase completo o que viria a ser o 1º livro da Série Mestres e Guardiões de Si. Aprendi escrever todas as linhas de pensamento que eu desenvolvi e sintonizei para superar tudo o que aqui descrevi.
“Lembro-me que sou eu, eterna Mestres e Guardiã de mim” veio a ser a origem do título da Série.
Eu aprendi a não depender de auxílio, de apoio, “ a gente gosta do seu trabalho” mais que não apoiam, não pagam, não honram, não investem.
E, no dia 07 de Março de 2023, 3 dias depois de meu aniversário, e 1 dia antes do dia da mulher, uma matéria fantástica: “Irmãs denunciam jornalista/ pai por estupro”; com o meu nome, o endereço da minha casa, meu telefone e Ual nem eu sabia disto, alguém tentando reescrever a narrativa da minha vida?. Va lá eu, na delegacia, de novo, agora em Brasnorte, para registrar um B.O de Falsidade ideológica, Injúria, Calúnia e Difamação;
Detalhe? Quem informou que estava distribuindo esta coisa pelos grupos de Brasnorte foi um Ex-Prefeito da cidade (Mauro Rui) o único que viu que era sensato comunicar para evitar atrocidades. Afinal de contas na matéria criminosa ainda estava foto de um B.O que nunca registra com nomes completos e dados de natureza pessoal. E vai lá a Ata Notarial, que tem de registrar, letra por letra o que estava escrito nas 2 matérias criminosas no site Tangará News os quais foram compartilhados pelo nobre Elizandro Ferraz, irmão do atual prefeito de Brasnorte, em grupos de notícias da cidade e sabe-se lá onde mais;
Ah, olhares de cunho libidinosos e desrespeitosos não faltaram; Mais meu olhar é bem afiado. Quando isto ocorreu eu descobri que o meu primeiro livro ainda não estava pronto, havia algo a mais para que eu tivesse de aprender...
Se fazem isto comigo... que sou formada, criei um aporte material e social, fui tratada, do que jeito que fui tratada? O que dizer de outras mulheres que não tem condições? Pois se tornam mães muito jovens e as oportunidades de estudo e trabalho se estreitam (já ouviram do salário maternidade)?
Eu, Elizangela Trindade, paguei R$ 16.000 de serviços advocatícios e custas judiciais. Também passei pela experiência de falsa audiência (por clonagem de telefone de advogada); Tentaram brincar com algo que não deviam;
Sabe quando prestei meu depoimento? A minha versão da minha vida? A minha história? O quanto o Maurílio Trindade se empenhou para criar 5 filhos? Quando ele não teve aparato familiar? Depois. Exatos 03 anos depois da matéria criminosa, no dia 26.03.2026 (ou seja, há 2 semanas);
Quando fui testemunhar em audiência o ocorrido ‘ao Juíz’ ( numa oitiva de Maurílio Trindade)... eu fui repreendida pela tonalidade emotiva... afinal de contas eu sei pelo que eu passei e sem quem de fato se empenhou e merece respaldo e resguarda divina; Meu depoimento? Eu fiz breve menção de alguns destes fatos citados acima, não entrei em detalhes;
Querem matar o meu pai. Não o fizeram pois eu existo. Ah, eu já evitei muitos atos de covardia que poderiam impetrar contra ele (Maurílio Trindade) só com o olhar, E Eu, sou Elizangela Trindade, Filha de Maurílio Trindade e Elizete Trevizan Trindade, eu Nasci no dia 04.03.1994 (4 de Março de Mil Novecentos e Noventa e Quatro) e eu sou a Diretora do Jornal A Folha do Vale e a autora e Escritora da Série Literária Mestres e Guardiões de Si.
O 2º livro? Eu publiquei para honrar a minha passagem por Brasnorte... nenhum integrantes da equipe de Staff, nem a vice prefeita, nem o Secretário Municipal de Educação adquiriram os livros que eu fui oportunizar (pessoalmente) para que adquirissem com incentivo de Isenção Fiscal (PRONAC). Nem com a possibilidade de ‘parcelar'. mais não posso julgar questão financeira de ninguem. Ou gosto pois quando fui apresentar livro ao Juíz de Direito em Brasnorte disse-me que 'não lia estas coisas'.
Os livros eu escrevi em defesa, em honra, em dignidade e agora eu deixo claro o quão perverso é a corrupção política e sistêmica, onde a sociedade gosta de defender que tem mais dinheiro... que denota poder material...
Fundei o Portal: Consciência Desperta uma extenção digital do meu 3º livro;;
Peço ao Ministro, que interceda pelo Maurílio Trindade, pois algo foi feito contra ele, antes da minha manifestação em juízo (26.03.2026), pois tudo que eu descrevi aqui, são fatos. E muitos foram documentados/ registrados; Já pode notar quantas violações de meus direitos ocorreram. para chegar ao ponto de eu ter de escrever e publicar este texto em meu site, para que chegue à vossa excelência em momento adequado. Da mesma maneira que o levaram que o tragam devolta.
Quando alguém falou para eu rezar, eu escrevi um livro, de pois outro;
E meu pai ( O homem que me criou ) disse-me que quando alguém está fazendo algo de errado, deve agir de imediato e não depois. Então estou fazendo este registro agora pois estou com ciência de OUTRA NOVA ILEGALIDADE que pode crucificar quem me criou e eu sou a consciência que barra completamente isto pois eu sou filha deste homem E EU ME SINTO HONRADA com a presença e existência dele. Eu sou grata e gosto da presença dele. Onde ele estiver, eu estarei; essa é promessa que fiz à minha mãe;
Elizangela Trindade
Assino em 11.04.2026
Diretora do Jornal A Folha do Vale
Autora e Escritora da Série Literária Mestres e Guardiões de Si
Fundadora do Portal: Consciência Desperta e
FILHA de Maurílio Trindade Aun
Contato: 66 98421-4870 | Elizangela Trindade | Facebook



Eu... erra assim em 2017...

Este, foi o único registro que minha irmã ( Elizandra ) fez de mim:

Eu era assim, em 2014:

Essa sou eu, agora:

Já cancei de ouvir "Você não tem direito à justiça gratuita pois é empresária", como se minha vida fosse uma piada para tentarem me atacar em todas as instância: físico, mental, emocional, profissional, social, sexual, violação de intimidades e todos os direitos que a Constituição diz ser Humano; Se todo o Poder emana da Lei? Cadê os meus direitos? e do homem que eu ví construir e mobiliar mais de 07 casas pra outras pessoas terem onde morar?
Faço isto para não ler outra mensagem "Então apaga tuas mensagens e corre para o abraço" quando fui relatar um dos primeiros abusos contra direito, cometido por figura pública (na época) prefeito. E já cansei de ver extorção trajada de legalidade e serviços advocaticios que por si só já drenaram mais de R$ 60.000 uma verdadeira extorção legalizada pois eu notei que o que eu disse em juízo não foi considerado. Vi os documentos; E, já que ninguem se deu ao trabalho de perguntar (exceto uma "psicóloga" que ligou dizendo que queria estudar eu e minha irmã enquanto lidava com todos os fatos antes narrados.) 3
Isto ainda, soma-se ao fato de que teve um PREFEITO (que antes até tinha o meu respeito) de uma das maiores cidades cidades da região do Noroeste do Estado de Mato Grosso que ligou à empresários da Cidade (usando o meu Jornal) pediu para tirar os anúncios do jornal. Contando historinha... pois, o meu pai havia ido à Prefeitura, para colocar o jornal a disposição do município, sem sequer saber de quem de fato a empresa e iniciativa pertence. Nunca se deu ao trabalho de conversar e sequer que sabe que existo, e tenho como comprovar.... pelo Vale do Rio Juinão ....
Antes de se derem miséria de matéria criminosa contra o meu pai, pegando fotos que EU, Elizangela Trindade registrei dele... e almas desavisadas de acharam no direito de me atacar, atacando-o também

Antes1ª Foto
1º Foto, como era o Jornal Folha de Juara na época (2014), 2ª foto, Meu orientador de TCC na época (Luciano Olivetto, atual vereador por Juara) ao lado do meu pai (o homem que me criou), quando apresentei o Luciano à este. 3ª Foto, o jornalista renomado de Porto dos Gaúchos e meu Pai que fazia-me segurança enquanto registrava fotos na Expo-porto junto à minha irmã;
Quer mesmo me entender? compra os livros que escrevi
Este é o meu relato por Escrito de alguns acontecimentos de 2013 prá cá, os ocorridos com foco nas ocorrências criminais perpetradas no período de 08 anos recentes incluindo utilização indevida e criminosa de registros que EU, Elizangela Trindade fiz, do meu pai;
MATÉRIAS QUE LEVARAM A CULMINAR TODOS OS RELATOS:


Ed.088 do Jornal A Folha do Vale. Trabalho jornalistico de imprensa que culminou nos ataques e perseguições política, profissional, social e familiar:









































































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