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As principais dimensões da saúde e como lidamos com elas

Para saber se você está realmente saudável, é importante analisar a saúde física, mental, social, financeira, entre outras áreas essenciais.



Conheça as principais dimensões da saúde e entenda como lidamos com elas.


1. Saúde física


A saúde física é a dimensão mais básica do bem-estar humano, representada por um corpo em pleno funcionamento, livre de doenças, bem nutrido e ativo. Para alcançar um estado fisicamente saudável, é preciso ter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas, dormir no mínimo oito horas, entre outras recomendações básicas da medicina.


Segundo a última Pesquisa Nacional de Saúde, realizada em 2013 pelo IBGE e Ministério da Saúde, apenas 37,3% dos brasileiros consomem as porções indicadas de frutas e hortaliças, enquanto 22,5% praticam o nível recomendado de atividade física. Outro estudo mais recente, divulgado pela Fiesp, em 2018, mostra que oito em cada dez brasileiros estão se esforçando para melhorar sua alimentação e optando por produtos mais saudáveis.


Já um estudo da OMS publicado em 2018 revela que 53,3% das mulheres e 40,4% dos homens continuam sedentários no país. Ou seja: ainda há um longo caminho pela frente para que a saúde física seja prioridade nos hábitos dos brasileiros.


2. Saúde mental


A saúde mental é sinônimo de qualidade de vida emocional, ou seja, o equilíbrio entre emoções e sentimentos diante dos desafios, conflitos, mudanças e demais eventos da vida. Estar mentalmente saudável significa estar bem consigo e com os outros, conseguir aceitar as situações adversas e saber lidar com emoções boas e ruins, reconhecendo sempre seus limites — inclusive, buscando ajuda quando necessário.


De acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde publicados em 2019, o Brasil apresenta as maiores taxas de incapacidade causada por depressão (9,3%) e ansiedade (7,5%) do continente americano. Além disso, o país já foi considerado o mais ansioso do mundo pela OMS com 18,6 milhões de brasileiros sofrendo de transtorno de ansiedade em 2019.


3. Saúde social


A saúde social diz respeito à manutenção de relações saudáveis com a família, amigos, colegas de trabalho e comunidade em geral. Como seres sociais, temos necessidades de apoio, reconhecimento e estima dos outros, e as redes de apoio são fundamentais para manter as outras dimensões de saúde equilibradas.


A diferença é que a saúde social depende do comportamento coletivo e da cultura, e não somente do nosso próprio círculo de convivência. Dessa forma, sociedades mais solidárias tendem a apresentar níveis mais saudáveis de sociabilidade, enquanto as mais individualistas dificultam as relações entre as pessoas.

Em 2019, o Brasil ficou em 74º lugar no ranking global de solidariedade World Giving Index, publicado pela Charities Aid Foundation (CAF) — um avanço importante, já que o país ocupava o 122º lugar no ranking de 2018. O estudo considera a frequência de atitudes como ajudar desconhecidos, doar à caridade e fazer trabalho voluntário.



A saúde financeira é outra dimensão essencial do bem-estar humano, que influencia todas as outras áreas da vida no nosso modelo econômico. Isso porque boa parte das necessidades humanas dependem de dinheiro para serem atendidas, desde os recursos para cuidar do corpo e da mente até as condições para melhorar a sociabilidade, por exemplo. A falta dele, por outro lado, não apenas limita o acesso do ser humano a uma vida mais saudável, como causa problemas de saúde.


Uma pesquisa do SPC Brasil de 2020, 8 em cada 10 inadimplentes sofrem com impactos físicos e emocionais por conta das dívidas atrasadas. Estas são algumas das consequências do endividamento:

· Ansiedade (63,5%)

· Estresse e irritação (58,3%)

· Tristeza e desânimo (56,2%)

· Angústia (55,3%)

· Insônia (42,8%)

· Alterações no apetite (32,3%)

· Agravamento de vícios (28,2%)

· Improdutividade e baixa performance (30%).

Vale lembrar também que saúde financeira não é sobre ter ou não ter dinheiro. O conceito vai muito além. Uma pessoa saudável com suas finanças é organizada, consegue suprir suas necessidades essenciais, ter momentos de lazer e poupar para realizar seus planos. Além disso, ela tem uma reserva financeira que a protege de emergências e se prepara para a aposentadoria.


A sensação de segurança, equilíbrio e tranquilidade que a saúde financeira pode trazer são essenciais para que se tenha saúde física, mental e social, já que a relação com as pessoas próximas tende a ser mais leve.


5. Saúde intelectual


A saúde intelectual é desenvolvida por meio de atividades culturais, aprendizagem, exercício da criatividade e outras ações que enriquecem nosso repertório pessoal e expandem nosso conhecimento. Afinal, oxigenar o cérebro com novas ideias é fundamental para a saúde mental e autoestima.


De acordo com a pesquisa “Retratos da Leitura” publicada em 2020 pelo Instituto Pró-livro, 52% dos brasileiros cultivam o hábito da leitura, motivados principalmente pelo gosto, atualização cultural, distração e crescimento pessoal, além de razões religiosas. Além dos livros, a saúde intelectual também pode ser estimulada por filmes, peças de teatro, música e qualquer forma de arte e cultura que contribua com o pensamento.


6. Saúde ocupacional


A saúde ocupacional é alcançada por um trabalho significativo que leva à realização profissional e pessoal. Para garantir essa dimensão do bem-estar, o indivíduo deve optar por uma carreira em que possa desenvolver seu potencial máximo, na qual se sinta útil e satisfeito com as funções diárias.


No ranking global de satisfação com o trabalho da Randstad, publicado em 2019, 76% dos brasileiros afirmaram estar satisfeitos com seus empregos, enquanto 9% estão insatisfeitos e 15% se consideram neutros. Isso coloca o Brasil na 11ª posição entre os mais satisfeitos com a vida profissional no mundo.


7. Saúde espiritual


Por fim, a saúde espiritual é a dimensão de bem-estar relacionada à fé e às crenças do ser humano. Para alcançar o bem-estar espiritual, é preciso ter liberdade para exercer a fé, valores e propósito pessoal, seja por meio da religião ou filosofia.


No Brasil, essa dimensão tem um peso muito grande, pois os brasileiros consideram a fé religiosa mais importante do que a educação para a melhoria de vida no país, segundo uma pesquisa feito pela Oxfam e Datafolha, publicada em 2019. Para 28% dos entrevistados, a religião tem o papel mais importante no progresso do país, contra 21% que priorizam a educação e 19% o atendimento de saúde.


Publicado por: Maurilio Trindade Aun

Imagem: CrisBotelhos


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