• Elizangela Trindade / Jornal A Folha do Vale

JOGOS DE PODER -


A cada período de 02 anos, a população brasileira tende a ‘lidar’ com importantes questões que determinam o progresso ou a decadência de municípios, estados e da nação. Questões importantes que muitas vezes tratamos com descaso, com falta de consciência, com falta de entendimento, e nos achamos no direito de ‘condenar’.


É comum ouvirmos ou até mesmo expressarmos descontentamento e/ou descaso com ‘questões políticas’, porém todas as vezes que ouvimos ou estamos envolvidos em tal descontentamento estamos frente a ‘fatores diversos’.


Política poderia ser traduzida como ‘lapidar com ética’, uma sociedade, onde todos se comprometeriam por livre e espontânea vontade a fazer algo ‘pelo todo’. Sem compensações.


Todas as vezes que emitimos / ouvimos / participamos de grupos que dizem-se avessos à política, estamos na verdade a manifestar de modo desvelado uma falta de compromisso e de responsabilidade pelo todo, e isto tem raízes em nossa formação pessoal.


A aversão a Política, indica: Medo de responsabilidade, Individualismo exacerbado, Crença na inferioridade e Perda de poder pessoal.

E, diante estes fatores, ‘escolhemos salvadores da pátria’ e deixamos de estar juntos. Pois custa. Envolve ‘sacrifício pessoal’ envolve comprometimento.

É muito comum ouvirmos e discutirmos ideologias políticas quando na verdade deveríamos nos interar sobre o papel e a responsabilidade de cada figura pública e as formas pelas quais podemos sugerir ideais e projemos a serem implementados, seja na cidade, seja no estado, seja no país.


Enquanto continuarmos com a postura de ‘aversão’ à política, os seres que se esforçam para fazer alguma mudança significativa através dela sucumbem, pela falta de entendimento e consciência social [corrupção comunitária], e outros entram na onda do descaso e da mediocridade [corrupção política], ignorando a dor e o sofrimento que julgamos ‘alheio’.Existem poucos Políticos, em face daqueles que se alimentam da política. Políticos são os que fazem uma diferença à sociedade, quando conseguem mobilizar a ‘sociedade’ como um todo e promover as mudanças que se fazem mais do que necessárias.

Uma sociedade evoluída não depende de ‘boas armas’ para transformação. E tão pouco de ‘um voto consciente’. Depende de nosso compromisso, envolvimento social, atenção, zelo e ética... requer mais auto-doação e menos egocentrismo.

Por: Elizangela Trindade

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